Quarta-feira, Novembro 18, 2009
Eu não vou poder ir, mas não percam!!! tem música minha!!!!
"Oi Estrela!
o Grupo de MPB da UFPR estará novamente em cartaz, neste fim-de-semana.
Você deve ter recebido nosso email, mas faço questão de convidá-la em particular. Vamos cantar "Reinvento".
A obra é voltada para o público infantil, mas todos vão apreciar, pois o texto é fantástico!
Tomara que possa ir!
Um abração
Doriane"
o Grupo de MPB da UFPR estará novamente em cartaz, neste fim-de-semana.
Você deve ter recebido nosso email, mas faço questão de convidá-la em particular. Vamos cantar "Reinvento".
A obra é voltada para o público infantil, mas todos vão apreciar, pois o texto é fantástico!
Tomara que possa ir!
Um abração
Doriane"
Quinta-feira, Novembro 12, 2009
foto by estrela

O Mundo
Composição: André Abujanra
O mundo é pequeno pra caramba
Tem alemão, italiano, italiana
O mundo, filé à milaneza
tem coreano, japones, japoneza
O mundo é uma salada russa
tem nego da Persia, tem nego da Prussia
O mundo é uma esfiha de carne
tem nego do Zâmbia, tem nego do Zaire
O mundo é azul lá de cima
O mundo é vermelho na China
O mundo tá muito gripado
Açucar é doce, o sal é salgado
O mundo - caquinho de vidro -
tá cego do olho, tá surdo do ouvido
O mundo tá muito doente
O homem que mata, o homem que mente
Por que voce me trata mal
se eu te trato bem?
Por que você me faz o mal
se eu só te faço bem?
Todos somos filhos de Deus
Só não falamos as mesmas linguas
foto by estrela

Gm C7
se o caminho é meu }
F D7
deixa eu caminhar, deixa eu } Refrão
Gm C7
se o caminho é meu }
F
deixa eu caminhar, deixa eu }
Bb79 F
se o caminho for de pedras
D7 Gm
sou eu quem vou tropeçar
C7
se o caminho for de agruras
F
sou eu quem vou me amargurar
F7
se o caminho for de espinhos
Bb
sou eu quem vou me espetar
Bdim F D7
se o caminho for de rosas
Gm C7 F
eu que vou me perfumar
Refrão
Bb79 F
já que o caminho é traçado
D7 Gm
idealizado eu terei que seguir
C7
mesmo sofrendo influência
é só ter paciência
F
que eu vou conseguir
F7
e nos meus sonhos da vida
conservo a espernça de um
Bb
dia sorrir
Bdim F
se que é o meu caminho
D7 Gm C7
embora sozinho eu terei
F
de seguir
(se o caminho é meu)
Refrão
Terça-feira, Novembro 10, 2009
foto by estrela no avião
(nascer do sol no avião)
A Nossa Casa
Arnaldo Antunes
Composição: Arnaldo Antunes / Celeste Moreau Antunes / Alice Ruiz / Paulo Tatit / João Bandeira / Edith Derdik / Sueli Galdino
Na nossa casa amor-perfeito é mato
E o teto estrelado também tem luar
A nossa casa até parece um ninho
Vem um passarinho pra nos acordar
Na nossa casa passa um rio no meio
E o nosso leito pode ser o mar
A nossa casa é onde a gente está
A nossa casa é em todo lugar
A nossa casa é onde a gente está
A nossa casa é em todo lugar
A nossa casa é de carne e osso
Não precisa esforço para namorar
A nossa casa não é sua nem minha
Não tem campainha pra nos visitar
A nossa casa tem varanda dentro
Tem um pé de vento para respirar
A nossa casa é onde a gente está
A nossa casa é em todo lugar
A nossa casa é onde a gente está
A nossa casa é em todo lugar
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
foto by estrela
Eu Não Sou da Sua Rua
Marisa Monte
Composição: Branco Mello - Arnaldo Antunesi
Eu não sou da sua rua,
Não sou o seu vizinho.
Eu moro muito longe, sozinho.
Estou aqui de passagem.
Eu não sou da sua rua,
Eu não falo a sua língua,
Minha vida é diferente da sua.
Estou aqui de passagem.
Esse mundo não é
Meu, esse mundo não é seu
Domingo, Novembro 08, 2009
foto by estrela
Bye, Bye, Brasil
Chico Buarque
Composição: Roberto Menescal e Chico Buarque
Oi, coração
Não dá pra falar muito não
Espera passar o avião
Assim que o inverno passar
Eu acho que vou te buscar
Aqui tá fazendo calor
Deu pane no ventilador
Já tem fliperama em Macau
Tomei a costeira em Belém do Pará
Puseram uma usina no mar
Talvez fique ruim pra pescar
Meu amor
No Tocantins
O chefe dos parintintins
Vidrou na minha calça Lee
Eu vi uns patins pra você
Eu vi um Brasil na tevê
Capaz de cair um toró
Estou me sentindo tão só
Oh, tenha dó de mim
Pintou uma chance legal
Um lance lá na capital
Nem tem que ter ginasial
Meu amor
No Tabariz
O som é que nem os Bee Gees
Dancei com uma dona infeliz
Que tem um tufão nos quadris
Tem um japonês trás de mim
Eu vou dar um pulo em Manaus
Aqui tá quarenta e dois graus
O sol nunca mais vai se pôr
Eu tenho saudades da nossa canção
Saudades de roça e sertão
Bom mesmo é ter um caminhão
Meu amor
Baby, bye bye
Abraços na mãe e no pai
Eu acho que vou desligar
As fichas já vão terminar
Eu vou me mandar de trenó
Pra Rua do Sol, Maceió
Peguei uma doença em Ilhéus
Mas já tô quase bom
Em março vou pro Ceará
Com a benção do meu orixá
Eu acho bauxita por lá
Meu amor
Bye bye, Brasil
A última ficha caiu
Eu penso em vocês night and day
Explica que tá tudo okay
Eu só ando dentro da lei
Eu quero voltar, podes crer
Eu vi um Brasil na tevê
Peguei uma doença em Belém
Agora já tá tudo bem
Mas a ligação tá no fim
Tem um japonês trás de mim
Aquela aquarela mudou
Na estrada peguei uma cor
Capaz de cair um toró
Estou me sentindo um jiló
Eu tenho tesão é no mar
Assim que o inverno passar
Bateu uma saudade de ti
Tô a fim de encarar um siri
Com a benção de Nosso Senhor
O sol nunca mais vai se pôr
Sábado, Novembro 07, 2009
chegando...

Porque Te Vas
Hoy en mi ventana brilla el sol
Y el corazón se pone triste
Contemplando la ciudad
Porque te vas...
Como cada noche desperté
Pensando en ti
y en mi reloj todas las horas vi pasar
Porque te vas...
Toda las promesas de mi amor
se irán contigo
me olvidarás, me olvidarás!!!
junto a la estación lloraré,
igual que un niño
Porque te vas, porque te vas,
porque te vas, porque te vas
Bajo la penumbra de un farol
se dormirán
Todas las cosas que quedaron por decir
se dormirán
Junto a las manillas de un reloj
despejarán
Todas las horas que quedaron por vivir
esperarán..
Toda las promesas de mi amor
se irán contigo
me olvidarás, me olvidarás!!!
junto a la estación lloraré,
igual que un niño
Porque te vas, porque te vas,
porque te vas, porque te vas
Sexta-feira, Novembro 06, 2009
iindo...

Vapor
Rubi
Ah! Você partiu e me deixou
a ver navios em frente ao mar
só a solidão de estar em frente
ao mar, beira do mar molhei meus pés
e lá lavei minh'alma, linha do mar,
vou me lançar e lá ficar, conhecer o mar.
Eu vou partir num vapor vulgar,
vou me lançar em alto mar.
Eu vou partir num vapor vulgar,
vou viajar, vou ver estrelas e voltar
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Indo
A Ilusão da Casa
Vitor Ramil
As imagens descem como folhas
No chão da sala
Folhas que o luar acende
Folhas que o vento espalha
Eu plantado no alto em mim
Contemplo a ilusão da casa
As imagens descem como folhas
Enquanto falo
Eu sei
O tempo é o meu lugar
O tempo é minha casa
A casa é onde quero estar
Eu sei
As imagens se acumulam
Rolam no pó da sala
São pequenas folhas secas
Folhas de pura prata
Eu plantado no alto em mim
Contemplo a ilusão da casa
As imagens se acumulam
Rolam enquanto falo
Eu sei
O tempo é o meu lugar
O tempo é minha casa
A casa é onde quero estar
Eu sei
As imagens enchem tudo
Vivem do ar da sala
São montanhas secas
São montanhas enluaradas
Eu plantado no alto em mim
Contemplo a ilusão da casa
As imagens enchem tudo
Vivem enquanto falo
Eu sei
O tempo é o meu lugar
O tempo é minha casa
A casa é onde quero estar
Eu sei
Sexta-feira, Outubro 30, 2009
Na gazeta, blog sobre tudo by Luiz Claudio
As poesias vencedoras do Prêmio Helena Kolody
Como está a produção poética brasileira atual? A Secretaria de Estado da Cultura do Paraná divulgou na segunda-feira (19) a relação dos vencedores do Concurso Nacional de Poesia Helena Kolody. Aqui, agora, as três poesias vencedoras que ajudarão você a julgar como está a produção poética brasileira atual. O juri foi formado pelo escritor paranaense Domingos Pellegrini, o poeta gaúcho Fabricio Carpinejar e a escritora e músicista paranaense Estrela Leminski.
Em primeiro lugar Andreza Silva Pereira, de Cuiabá – MT, com a poesia:
Sal-dor
Sal-dor
Lágrima por mais que doa, voa
E deixa sal de conservar caminho
Em segundo lugar, Claudia Schroeder, de Porto Alegre – RS, com a poesia:
Jantar
A música estranha
o vinho pálido-branco
o aspargo
a couve-chinesa
(o menu para um a francesa).
Ah, como são tristes
os pratos
de porção única
quando há espaço
para dois
na mesa.
Em terceiro lugar, Valberto Cardoso da Silva, de João Pessoa – PB, com a poesia:
Pré-destino
Guardados fiquemos
Do útero ao túmulo
Por enquanto monólogo
Depois silêncio
Entre as 12 menções honrosas do concurso, apenas dois do Paraná: Carlos Barbosa Junior, de Curitiba e Rodrigo Domit, que nasceu em Curitiba, criou-se em Londrina, mas atualmente mora no Rio de Janeiro.
Eis todas as menções honrosas:
Inscrição nº: 020
Autor: Marcos Antonio de Oliveira Ferreira – Recife PE
Poesia: QUASE-CRÔNICA DO ADEUS
Inscrição nº: 1438
Autor: Valeria Mares Alvares – Belo Horizonte MG
Poesia: A POESIA
Inscrição nº: 2466
Autor: Rodrigo Domit – Rio de Janeiro RJ
Poesia: CURIOSA
Inscrição nº: 3138
Autor: Marcus Vinicius Quiroga – Rio de Janeiro RJ
Poesia: DA ARTE DE SE OLHAR NO ESPELHO
Inscrição nº: 2213
Autor: Rodrigo Fernandez Pinto – Maceió AL
Poesia: O ODOR DAS COISAS EM PÂNICO
Inscrição nº: 2500
Autor: Carlos Barbosa Junior – Curitiba PR
Poesia: MANHÃ
Inscrição nº: 0435
Autor: Ricardo Luiz de Souza Thomé – Rio de Janeiro RJ
Poesia: JURAS E PROMESSAS
Inscrição nº: 1084
Autor: Eduardo Dominguez Trindade – Rio de Janeiro RJ
Poesia: AUSÊNCIA
Inscrição nº: 2391
Autor: João Goulart de Souza Gomes – Salvador BA
Poesia: PLUVIAL
Inscrição nº: 2868
Autor: Rafael Alexandre Gomes dos Prazeres – Salvador BA
Poesia: HIPERTEXTO DE FIDELIDADE
Inscrição nº: 2317
Autor: Rudinei Borges – São Paulo SP
Poesia: MENINOS DA SÉTIMA RUA
Inscrição nº: 3130
Autor: Germana Lima de Almeida – Fortaleza CE
Poesia: NÓS
Como está a produção poética brasileira atual? A Secretaria de Estado da Cultura do Paraná divulgou na segunda-feira (19) a relação dos vencedores do Concurso Nacional de Poesia Helena Kolody. Aqui, agora, as três poesias vencedoras que ajudarão você a julgar como está a produção poética brasileira atual. O juri foi formado pelo escritor paranaense Domingos Pellegrini, o poeta gaúcho Fabricio Carpinejar e a escritora e músicista paranaense Estrela Leminski.
Em primeiro lugar Andreza Silva Pereira, de Cuiabá – MT, com a poesia:
Sal-dor
Sal-dor
Lágrima por mais que doa, voa
E deixa sal de conservar caminho
Em segundo lugar, Claudia Schroeder, de Porto Alegre – RS, com a poesia:
Jantar
A música estranha
o vinho pálido-branco
o aspargo
a couve-chinesa
(o menu para um a francesa).
Ah, como são tristes
os pratos
de porção única
quando há espaço
para dois
na mesa.
Em terceiro lugar, Valberto Cardoso da Silva, de João Pessoa – PB, com a poesia:
Pré-destino
Guardados fiquemos
Do útero ao túmulo
Por enquanto monólogo
Depois silêncio
Entre as 12 menções honrosas do concurso, apenas dois do Paraná: Carlos Barbosa Junior, de Curitiba e Rodrigo Domit, que nasceu em Curitiba, criou-se em Londrina, mas atualmente mora no Rio de Janeiro.
Eis todas as menções honrosas:
Inscrição nº: 020
Autor: Marcos Antonio de Oliveira Ferreira – Recife PE
Poesia: QUASE-CRÔNICA DO ADEUS
Inscrição nº: 1438
Autor: Valeria Mares Alvares – Belo Horizonte MG
Poesia: A POESIA
Inscrição nº: 2466
Autor: Rodrigo Domit – Rio de Janeiro RJ
Poesia: CURIOSA
Inscrição nº: 3138
Autor: Marcus Vinicius Quiroga – Rio de Janeiro RJ
Poesia: DA ARTE DE SE OLHAR NO ESPELHO
Inscrição nº: 2213
Autor: Rodrigo Fernandez Pinto – Maceió AL
Poesia: O ODOR DAS COISAS EM PÂNICO
Inscrição nº: 2500
Autor: Carlos Barbosa Junior – Curitiba PR
Poesia: MANHÃ
Inscrição nº: 0435
Autor: Ricardo Luiz de Souza Thomé – Rio de Janeiro RJ
Poesia: JURAS E PROMESSAS
Inscrição nº: 1084
Autor: Eduardo Dominguez Trindade – Rio de Janeiro RJ
Poesia: AUSÊNCIA
Inscrição nº: 2391
Autor: João Goulart de Souza Gomes – Salvador BA
Poesia: PLUVIAL
Inscrição nº: 2868
Autor: Rafael Alexandre Gomes dos Prazeres – Salvador BA
Poesia: HIPERTEXTO DE FIDELIDADE
Inscrição nº: 2317
Autor: Rudinei Borges – São Paulo SP
Poesia: MENINOS DA SÉTIMA RUA
Inscrição nº: 3130
Autor: Germana Lima de Almeida – Fortaleza CE
Poesia: NÓS
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
You say good bye, and I say Hello...
Passamos num mestrado (com acesso a doutorado) em Música em Valladolid na Espanha... Logo estaremos de volta... Mas agora é hora de dizer até logo...
Bota Fora família Ruiz... 31 de outubro das 11 da manhã a meia noite... Pra ninguém dizer que tem outro compromisso!!!
Com distribuição de roupas e objetos e venda de instrumentos musicais. Rua prefeito ângelo Lopes, 433 Bloco B apto T21. Tragam comes e bebes... De presente ou emprestado só aceitamos roupas de inverno e neve pra gente e pras crianças ou malas e mochilas!!!
Bota Fora família Ruiz... 31 de outubro das 11 da manhã a meia noite... Pra ninguém dizer que tem outro compromisso!!!
Com distribuição de roupas e objetos e venda de instrumentos musicais. Rua prefeito ângelo Lopes, 433 Bloco B apto T21. Tragam comes e bebes... De presente ou emprestado só aceitamos roupas de inverno e neve pra gente e pras crianças ou malas e mochilas!!!
Sexta-feira, Outubro 23, 2009
By Solda. Isso sim é um flyer, o resto que se folder...
Marcadores:
arquivo pessoal,
eventos,
música
Sábado, Outubro 10, 2009
Quinta-feira, Outubro 01, 2009
Segunda-feira, Setembro 21, 2009
pedagogia musical gordon
Teoria de Aprendizagem Musical
Edwin Gordon (n. 1927) é um dos mais destacados investigadores da actualidade no âmbito da Psicologia e Pedagogia da Música, que tem passado grande parte da sua vida profissional a desenvolver e ensinar a Teoria de Aprendizagem Musical. Não se trata de um novo método para ensinar música, mas sim de uma teoria sobre como as pessoas (nomeadamente as crianças) aprendem música. A originalidade na perspectiva de E. Gordon é, precisamente, questionar-se não sobre como se deve ensinar música, mas antes como esta é aprendida. Em que momento a criança (ou adulto) está preparado para aprender determinada competência, e qual a sequência de conteúdos adequada.
De acordo com o autor, a música é apreendida da mesma forma que a nossa língua materna:
- Primeiro, ouvimos outros a falar. Desde o nascimento, e mesmo antes, estamos cercados pelo som da língua e da conversação. Nós absorvemos estes sons e familiarizamo-nos com a língua.
- Segundo, tentamos imitar.
- Terceiro, começamos a pensar através da língua. Palavras e frases começam a ter sentido à medida que ganhamos experiência com esta.
- Quarto, começamos a improvisar. Por outras palavras, somos capazes de criar as nossas próprias frases e a organizá-las de uma forma lógica. Somos capazes de manter uma conversa. Finalmente, ao fim de vários anos a desenvolver a nossa capacidade de pensar e falar, aprendemos a ler e escrever. Aprendemos a ler e escrever devido à experiência que adquirimos a ouvir, imitar, pensar e improvisar.
Os princípios da Teoria de Aprendizagem Musical orientam professores de todas as faixas etárias, desde a primeira infância até à idade adulta, a estabelecerem objectivos curriculares sequenciais, sendo o principal objectivo geral, o de desenvolver a audiação rítmica e tonal. Audiação é um termo criado por E. Gordon que significa para a música o que pensar significa para a língua. É a capacidade de ouvirmos com compreensão na nossa cabeça, sons que podem estar, ou não, fisicamente presentes. Através da audiação os alunos poderão atribuir significado à música que ouvem, executam, improvisam e compõem.
www.giml.org
Música Instrumental
Na perspectiva de E. Gordon, quando aprendemos um instrumento estamos, na realidade, a aprender dois instrumentos em simultâneo: o instrumento de audiação dentro da nossa cabeça, e o instrumento musical nas nossas mãos. Quando os alunos são capazes de ouvir na sua cabeça aquilo que vão “cantar” através do seu instrumento, a sua execução terá melhor afinação, fraseado, expressão e fluidez rítmica.
O professor começa por providenciar aos seus alunos um ambiente musical variado, onde estes são estimulado a ouvir, cantar e tocar, “de ouvido”, em modos e métricas variados, construindo uma base sólida de audiação, enquanto desenvolvem as primeiras competências técnicas no instrumento.
O aluno desenvolverá uma compreensão das tonalidades e métricas que está a ouvir e executar através das actividades de aprendizagem sequencial, que são o centro da Teoria de Aprendizagem Musical (T.A.M), e as Partes dum processo de Aprendizagem circular Todo (actividades de sala de aula onde se apreendem conteúdos duma forma natural) - Parte (a “desconstrução” desses conteúdos em pequenas unidades) –Todo (aplicação das partes novamente no seu contexto). O objectivo é ajudar os alunos a dar maior significado às actividades de sala de aula através da compreensão dos padrões tonais e rítmicos que constituem a literatura musical.
Nesta perspectiva, os principais benefícios da aprendizagem do instrumento são:
*
O aluno executará musicalmente e fluentemente no seu instrumento em várias métricas, tonalidades e estilos;
*
O aluno executará com uma afinação aceitável e clareza rítmica;
*
O aluno ouvirá música com uma compreensão da tonalidade e métrica;
*
O aluno desenvolverá capacidades intelectuais de alto nível, tais como criatividade, improvisação e generalização;• O aluno terá um vasto repertório que é capaz de executar com e sem notação musical;
*
O aluno irá ler e escrever música com compreensão;
*
O aluno continuará, depois de adulto, a ser capaz de ouvir música de vários estilos com compreensão.
Música na 1ª Infância
Baseando-se na premissa de que o potencial de uma pessoa para aprender é máximo na altura do seu nascimento, os primeiros anos de vida são cruciais para estabelecer boas fundações para um desenvolvimento musical óptimo.
As experiências musicais que uma criança tem desde o nascimento até aproximadamente aos 5 anos têm um profundo impacto na forma como esta vai ser capaz de perceber, apreciar e compreender em Música como adulto.
Edwin Gordon, na sua Teoria de Aprendizagem Musical, sistematizou os diversos Estádios pelos quais a criança passa.
No primeiro estádio, aculturação, a criança está exposta à cultura musical que a rodeia, absorvendo os sons do meio. Segue-se a imitação, onde a criança começa a imitar os sons produzidos pelo adulto, e finalmente a assimilação, fase na qual a criança aprende a coordenar os seus movimentos com o canto e a respiração.
Em todos estes estádios, o instrumento privilegiado pelo professor será a voz. O professor serve de modelo para a criança, que aprenderá a distinguir a voz cantada da voz falada, e a sensação de cantar afinado. Os exemplos musicais serão tão diversos quanto possível (modos, métricas e estilos) para que a criança possa absorver um vocabulário rico e variado como preparação para a sua posterior educação musical formal.
Um outro aspecto privilegiado nestas aulas é o movimento. Gordon acredita que o movimento é essencial para o desenvolvimento do sentido rítmico. Ao experienciar as sensações de fluidez, peso e espaço antes de vivenciar o tempo musical a criança desenvolverá uma melhor consciência corporal e rítmica, relaxada e não rígida. O relaxamento e a flexibilidade são indispensáveis para que o corpo esteja preparado para participar em Musica.
Edwin Gordon (n. 1927) é um dos mais destacados investigadores da actualidade no âmbito da Psicologia e Pedagogia da Música, que tem passado grande parte da sua vida profissional a desenvolver e ensinar a Teoria de Aprendizagem Musical. Não se trata de um novo método para ensinar música, mas sim de uma teoria sobre como as pessoas (nomeadamente as crianças) aprendem música. A originalidade na perspectiva de E. Gordon é, precisamente, questionar-se não sobre como se deve ensinar música, mas antes como esta é aprendida. Em que momento a criança (ou adulto) está preparado para aprender determinada competência, e qual a sequência de conteúdos adequada.
De acordo com o autor, a música é apreendida da mesma forma que a nossa língua materna:
- Primeiro, ouvimos outros a falar. Desde o nascimento, e mesmo antes, estamos cercados pelo som da língua e da conversação. Nós absorvemos estes sons e familiarizamo-nos com a língua.
- Segundo, tentamos imitar.
- Terceiro, começamos a pensar através da língua. Palavras e frases começam a ter sentido à medida que ganhamos experiência com esta.
- Quarto, começamos a improvisar. Por outras palavras, somos capazes de criar as nossas próprias frases e a organizá-las de uma forma lógica. Somos capazes de manter uma conversa. Finalmente, ao fim de vários anos a desenvolver a nossa capacidade de pensar e falar, aprendemos a ler e escrever. Aprendemos a ler e escrever devido à experiência que adquirimos a ouvir, imitar, pensar e improvisar.
Os princípios da Teoria de Aprendizagem Musical orientam professores de todas as faixas etárias, desde a primeira infância até à idade adulta, a estabelecerem objectivos curriculares sequenciais, sendo o principal objectivo geral, o de desenvolver a audiação rítmica e tonal. Audiação é um termo criado por E. Gordon que significa para a música o que pensar significa para a língua. É a capacidade de ouvirmos com compreensão na nossa cabeça, sons que podem estar, ou não, fisicamente presentes. Através da audiação os alunos poderão atribuir significado à música que ouvem, executam, improvisam e compõem.
www.giml.org
Música Instrumental
Na perspectiva de E. Gordon, quando aprendemos um instrumento estamos, na realidade, a aprender dois instrumentos em simultâneo: o instrumento de audiação dentro da nossa cabeça, e o instrumento musical nas nossas mãos. Quando os alunos são capazes de ouvir na sua cabeça aquilo que vão “cantar” através do seu instrumento, a sua execução terá melhor afinação, fraseado, expressão e fluidez rítmica.
O professor começa por providenciar aos seus alunos um ambiente musical variado, onde estes são estimulado a ouvir, cantar e tocar, “de ouvido”, em modos e métricas variados, construindo uma base sólida de audiação, enquanto desenvolvem as primeiras competências técnicas no instrumento.
O aluno desenvolverá uma compreensão das tonalidades e métricas que está a ouvir e executar através das actividades de aprendizagem sequencial, que são o centro da Teoria de Aprendizagem Musical (T.A.M), e as Partes dum processo de Aprendizagem circular Todo (actividades de sala de aula onde se apreendem conteúdos duma forma natural) - Parte (a “desconstrução” desses conteúdos em pequenas unidades) –Todo (aplicação das partes novamente no seu contexto). O objectivo é ajudar os alunos a dar maior significado às actividades de sala de aula através da compreensão dos padrões tonais e rítmicos que constituem a literatura musical.
Nesta perspectiva, os principais benefícios da aprendizagem do instrumento são:
*
O aluno executará musicalmente e fluentemente no seu instrumento em várias métricas, tonalidades e estilos;
*
O aluno executará com uma afinação aceitável e clareza rítmica;
*
O aluno ouvirá música com uma compreensão da tonalidade e métrica;
*
O aluno desenvolverá capacidades intelectuais de alto nível, tais como criatividade, improvisação e generalização;• O aluno terá um vasto repertório que é capaz de executar com e sem notação musical;
*
O aluno irá ler e escrever música com compreensão;
*
O aluno continuará, depois de adulto, a ser capaz de ouvir música de vários estilos com compreensão.
Música na 1ª Infância
Baseando-se na premissa de que o potencial de uma pessoa para aprender é máximo na altura do seu nascimento, os primeiros anos de vida são cruciais para estabelecer boas fundações para um desenvolvimento musical óptimo.
As experiências musicais que uma criança tem desde o nascimento até aproximadamente aos 5 anos têm um profundo impacto na forma como esta vai ser capaz de perceber, apreciar e compreender em Música como adulto.
Edwin Gordon, na sua Teoria de Aprendizagem Musical, sistematizou os diversos Estádios pelos quais a criança passa.
No primeiro estádio, aculturação, a criança está exposta à cultura musical que a rodeia, absorvendo os sons do meio. Segue-se a imitação, onde a criança começa a imitar os sons produzidos pelo adulto, e finalmente a assimilação, fase na qual a criança aprende a coordenar os seus movimentos com o canto e a respiração.
Em todos estes estádios, o instrumento privilegiado pelo professor será a voz. O professor serve de modelo para a criança, que aprenderá a distinguir a voz cantada da voz falada, e a sensação de cantar afinado. Os exemplos musicais serão tão diversos quanto possível (modos, métricas e estilos) para que a criança possa absorver um vocabulário rico e variado como preparação para a sua posterior educação musical formal.
Um outro aspecto privilegiado nestas aulas é o movimento. Gordon acredita que o movimento é essencial para o desenvolvimento do sentido rítmico. Ao experienciar as sensações de fluidez, peso e espaço antes de vivenciar o tempo musical a criança desenvolverá uma melhor consciência corporal e rítmica, relaxada e não rígida. O relaxamento e a flexibilidade são indispensáveis para que o corpo esteja preparado para participar em Musica.
Quarta-feira, Setembro 16, 2009
AO VIVO!!!
5º musimid- encontro de música e mídia na usp. transmissão ao vivo no canal da usp
www iptv ponto usp ponto br
www iptv ponto usp ponto br
Segunda-feira, Setembro 14, 2009
Segunda-feira, Agosto 31, 2009
ANPPOM
Galera... uma forma de registrar aqui o corre corre da semana passada (monitoria+trabalho+apresentação de comunicação+grupo de trabalho de música e mídia+reunião com o orientador+casamento do du) e compartilhar as fotos!

Cartaz e GT

apresentação do grupo PIAP.


Comunicação: fernando menon, laize, solange maranho, ikeda

Grupo de trabalho música e mídia

comunicação

comunicação

Casa di bel, pós grimpa, encerramento ANPPOM, joana, vinícius, piap

téo e piap


estrela e sabrina no dia da sua qualificação!


du patrício apresentando seu pôster

GT música e mídia com a super heloísa valente












Cartaz e GT
apresentação do grupo PIAP.
Comunicação: fernando menon, laize, solange maranho, ikeda
Grupo de trabalho música e mídia
comunicação
comunicação
Casa di bel, pós grimpa, encerramento ANPPOM, joana, vinícius, piap
téo e piap
estrela e sabrina no dia da sua qualificação!
du patrício apresentando seu pôster
GT música e mídia com a super heloísa valente
Domingo, Agosto 30, 2009
Segunda-feira, Agosto 24, 2009
CD de paulo leminski...
Gente, não é nada inédito, mas lançaram na net uma coletânea de canções. Fica de presente aí pro véio, que estaria soprando velinhas hoje...
http://pauloleminskipoemas.blogspot.com/2009/07/baixe-o-cd-das-musicas-do-paulo.html
http://playlistpessoal.blogspot.com/2009/07/o-bandido-que-sabia-latim.html
http://pauloleminskipoemas.blogspot.com/2009/07/baixe-o-cd-das-musicas-do-paulo.html
http://playlistpessoal.blogspot.com/2009/07/o-bandido-que-sabia-latim.html
Quinta-feira, Agosto 20, 2009
nada é tão cheio que não possa lotar mais o seu horário...
Sabe quando você já tá fazendo mestrado+trabalhando+cuidando de duas crianças+gravando CD e acha que não consegue inventar mais pra cabeça?
Sempre dá!
Semana que vem estarei na anppom apresentação meu trabalho, assistindo palestras e dando uma de monitora.
Até 3 de setembro tenho que ler e selecionar os melhores dos 3284 poemas do concurso helena kolody.
Vou fazer o texto de uma peça sobre "maternidade".
Vou produzir e tocar em um show só com a obra do meu pai, lá em sampa.
Claro, vou repor numa escolas aos sábados e na outras aos domingos....
então não liguem se eu sumir daqui uns tempos. câmbio desligo.
Sempre dá!
Semana que vem estarei na anppom apresentação meu trabalho, assistindo palestras e dando uma de monitora.
Até 3 de setembro tenho que ler e selecionar os melhores dos 3284 poemas do concurso helena kolody.
Vou fazer o texto de uma peça sobre "maternidade".
Vou produzir e tocar em um show só com a obra do meu pai, lá em sampa.
Claro, vou repor numa escolas aos sábados e na outras aos domingos....
então não liguem se eu sumir daqui uns tempos. câmbio desligo.
...eu sou filha coruja...
20/08/2009 às 22:21
Paranaenses na final do Jabuti
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Dois livros de autores do Paraná foram indicados entre os finalistas do 51º Prêmio Jabuti, considerado o maior concurso literário do país. A poeta Alice Ruiz está em duas categorias, com Dois em Um (Poesia) e Conversa de Passarinhos (Juvenil). E o jornalista Mauri König, meu colega aqui na Gazeta do Povo, concorre com Narrativas de Um Correspondente de Rua (Reportagem).
A segunda fase do concurso será no dia 29 de setembro, quando serão revelados o primeiro, segundo e terceiro colocados em cada uma das categorias. Os melhores livros do ano em ficção e não-ficção, no entanto, somente serão conhecidos na cerimônia de entrega das estatuetas do Prêmio Jabuti, em 4 de novembro, na Sala São Paulo.
Li os livros do Mauri e da Alice Ruiz no ano passado. As reportagens do Mauri eu as conhecia desde quando foram publicadas na Gazeta do Povo. E os escritos da Alice Ruiz eu tenho lido desde 1980, época de Navalhanaliga, que traz poemas assim:
sou uma moça polida
levando
uma vida lascada
cada instante
pinta um grilo
por cima
da minha sacada
Agora, com Dois em Um, Alice escreve coisas como:
não vai dar tempo
de viver outra vida
posso perder o trem
pegar a viagem errada
ficar parada
não muda nada
também
pode nunca chegar
a passagem de volta
e meia vamos dar
Valeu Alice. Viagem errada pode levar a outras paragens. Eu fico por aqui.
*****
Os indicados ao Jabuti
Romance
1º Flores Azuis (Cia. das Letras), de Carola Saavedra
2º Cordilheira (Cia. das Letras), de Daniel Galera
3º Órfãos do Eldorado (Cia. das Letras), de Milton Hatoum
4º Galileia (Objetiva), de Ronaldo Correia de Brito
5º Satolep (Cosac Naify), de Vitor Ramil
6º Manual da Paixão Solitária (Cia. das Letras), de Moacyr Scliar
7º A Parede no Escuro (Record), de Altair Martins
8º O Livro dos Nomes (Cia. das Letras), de Maria Esther Maciel
9º Um Livro em Fuga (Record), de Edgard Telles Ribeiro
10º Heranças (Rocco), de Silviano Santiago
Contos e Crônicas
1º Canalha! - Crônicas (Editora Bertrand Brasil), de Fabricio Carpinejar
2º 101 Crônicas - Ungáua! (Publifolha), de Ruy Castro
3º Ó Editora (Iluminuras), de Nuno Alvares Pessoa de Almeida Ramos
4º Rasif (Record), de Marcelino Freire
Ostra Feliz Não Faz Pérola (Planeta), de Rubem Alves
5º Os Comes e Bebes nos Velórios das Gerais e Outras Histórias (Auana), de Déa Rodrigues da Cunha Rocha
6º Ping Pong - Chinês Por Um Mês: As Aventuras de Um Jornalista Brasileiro Pela China Olímpica (Manuela Editorial - Arte Paubrasil), de Felipe Machado
7º Crônicas e Outros Escritos de Tarsila do Amaral (Unicamp), de Laura Taddei Brandini (Org.)
8º Antologia Pessoal (Record), de Eric Nepomuceno
9º Cheiro de Terra - Contos Fazendeiros (Scortecci), de Lucília Junqueira de Almeida Prado
O Silêncio dos Amantes (Record), de Lya Luft
10.º Vatapaenses Vasos Comunicantes (Gm Minister), de Sergio de Almeida Brun
Poesia
1º Dois em Um (Iluminuras), de Alice Ruiz
2º Chocolate Amargo (Brasiliense), de Renata Pallotini
3º Antigos e Soltos: Poemas e Prosas da Pasta Rosa (Instituto Moreira Salles Instituto Moreira Salles)
4º Cinemateca (Cia. das Letras), de Eucanaã Ferraz
5º A Letra da Ley (Annablume), de Glauco Mattoso
6º Homem Ao Termo - Poesia Reunida [1949-2005] (Editora da UFMG), de Affonso Ávila
Outros Barulhos (Reynaldo Bessa), de Reynaldo Bessa
7º Geometria da Paixão (Anome Livros), de Dagmar de Oliveira Braga
8º Os Corpos e Os Dias (Cultura), de Laura Erber
9º Ferreira Gullar: Poesia Completa, Teatro e Prosa (Nova Fronteira), de Ferreira Gullar
Réquiem (Contra Capa), de Lêdo Ivo
10º Uma Hora Por Dia (7letras), de Maria Helena Azevedo
Biografia
1º José Olympio, O Editor e Sua Casa (G.M.T. Editores), de José Mario Pereira
2º O Sol do Brasil (Cia. das Letras), de Lilia Moritz Schwarcz
3º Anna: A Voz da Rússia Vida e Obra de Anna Akhmátova (Algol), de Lauro Machado Coelho
4º O Santo Sujo: A Vida de Jayme Ovalle (Cosac Naify), de Humberto Werneck
5º Caio Prado Júnior (Boitempo), de Editorial Lincoln Secco
6º Domingos Sodré, Um Sacerdote Africano (Cia. das Letras), de João José Reis
7º Cruz e Sousa - Dante Negro do Brasil (Pallas), de Uelinton Farias Alves
8º Cancioneiro Chico Buarque (Jobim Music), de Elianne Canetti Jobim
9º Traição (Cia. das Letras), de Ronaldo Vainfas
10º Viver Sua Música: Com Stravinsky em Meus Ouvidos, Rumo À Avenida Nevskiy (Editora da USP), de Gilberto Mendes
/
Reportagem
1º O Olho da Rua: Uma Repórter em Busca da Literatura da Vida Real (Globo), de Eliane Brum
2º O Sequestro dos Uruguaios – Uma Reportagem dos Tempos da Ditadura (L&PM Editores), de Luiz Cláudio Cunha
3º O Livro Amarelo do Terminal (Cosac Naify), de Vanessa Barbara
4º Narrativas de Um Correspondente de Rua (Pós-Escrito - do Instituto Cultural de Jornalistas do Paraná), de Mauri König
5º Rim Por Rim (Record), de Julio Ludemir
6º Sem Vestígios (Geração Editorial Ltda), de Tais Morais
7º No Calor da Hora: Música e Cultura nos Anos de Chumbo (Algol), de João Marcos Coelho
8º Casadas com o Crime (Letras do Brasil), de Josmar Jozino
9º Suicídio - O Futuro Interrompido (Geração Editorial), de Paula Fontenelle
10º 1968 - O Que Fizemos de Nós (Planeta), de Zuenir Ventura
Tradução
1º Satíricon (Cosac Naify), de Cláudio Aquati
2º A Morte de Empédocles / Friedrich Hölderlin (Iluminuras), de Marise Moassaba Curioni
3º 40 Novelas de Pirandello (Cia. das Letras), de Maurício Santana Dias
4º Moby Dick (Cosac Naify), de Irene Hirsch e Alexandre Barbosa de Souza
5º Porta do Sol (Distribuidora Record de Serviços de Imprensa S.A.), de Safa A-C Jubran
6º Poemata: Poemas em Latim e em Grego (Tessitura), de Erick Ramalho
7º Os Irmãos Karamázov - 2 Vols. (34), de Paulo Bezerra
8º Plotino, Enéada Iii. 8 [30]: Sobre a Natureza, A Contemplação e o Uno (Editora da Unicamp), de José Carlos Baracat Júnior
9º O Diabo Mesquinho (Kalinka), de Moissei Mountian
10º Contos Completos (Cosac Naify), de Leonardo Fróes
Teoria e Crítica Literária
1º Monteiro Lobato: Livro a Livro (Editora da Unesp), de Lajolo, Marisa e Ceccantini, João Luís
2º Pensamento e "Lirismo Puro" na Poesia de Cecília Meireles (Editora da USP), de Leila V. B. Gouvêa
3º Literatura da Urgência Lima Barreto no Domínio da Loucura (Annablume), de Luciana Hidalgo
4º Graciliano Ramos - Um Escritor Personagem (Autêntica), de Maria Izabel Brunacci
5º Machado de Assis: Ensaios da Crítica Contemporânea (Editora da Unesp), de Guidin, Marcia Ligia - Granja, Lúcia - Ricieri, Francine Weiss (Orgs.)
6º Contos de Machado de Assis: Relicários e Raisonnés (Associação Jesuita de Educação e Assistência Social), de Mauro Rosso
7º Do Teatro: Machado de Assis (Perspectiva), de João Robeto Faria (Org.)
8º Que Poesia É Essa? Poesia Marginal: Sujeitos Instáveis, Estética Desajustada (Editora da Universidade Federal de Goiás), de Teresa Cabañas
9º A Segunda Vida de Brás Cubas (Rocco), de Patrick Pessoa
10º A Gargalhada de Ulisses: A Catarse na Comédia (Perspectiva), de Cleise Furtado Mendes
Infantil
1º Sete Histórias Para Contar (Moderna), de Adriana Falcão
2º Comilança (DCL), de Fernando Vilela
3º No Risco do Caracol (Autêntica), de Maria Valéria Rezende e Marlette Menezes
4º Era Outra Vez Um Gato Xadrez (Record), de Leticia Wierzchowski
5º Minhas Contas (Cosac Naify), de Luiz Antonio
6º A História de Biruta (Cia. das Letras), de Alberto Martins
7º Zoo (Nova Fronteira), de João Guimarães Rosa
8º E Um Rinoceronte Dobrado (Projeto), de Hermes Bernardi Jr
9º A Invenção do Mundo Pelo Deus-Curumim (34), de Braulio Tavares
10º Alma de Rio (Cortez), de Ellen Pestili
Juvenil
1º O Fazedor de Velhos (Cosac Naify), de Rodrigo Lacerda
2º A Distância das Coisas (Edições SM - Grupo SM), de Flávio Carneiro
3º Cidade dos Deitados (Cosac Naify), de Heloisa Prieto
4º Montanha-Russa (Cosac Naify), de Fernando Bonassi
Surfando na Marquise (Cosac Naify), de Paulo Bloise
5º 1808 - Edição Juvenil (Planeta), de Laurentino Gomes
6º Brincos de Ouro e Sentimentos (Pingentes Biruta), de Luiz Antonio Aguiar
7º Figurinha Carimbada (Girafinha), de Márcio Araújo
8º Chuva de Letras (Scipione), de Luis Alberto Brandão
9º Meu Pai Não Mora Mais Aqui (Biruta), de Caio Riter
10º Conversa de Passarinhos (Iluminuras), de Alice Ruiz S / Maria Valéria Vasconcelos Rezende
Por Célio Martins
Paranaenses na final do Jabuti
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Dois livros de autores do Paraná foram indicados entre os finalistas do 51º Prêmio Jabuti, considerado o maior concurso literário do país. A poeta Alice Ruiz está em duas categorias, com Dois em Um (Poesia) e Conversa de Passarinhos (Juvenil). E o jornalista Mauri König, meu colega aqui na Gazeta do Povo, concorre com Narrativas de Um Correspondente de Rua (Reportagem).
A segunda fase do concurso será no dia 29 de setembro, quando serão revelados o primeiro, segundo e terceiro colocados em cada uma das categorias. Os melhores livros do ano em ficção e não-ficção, no entanto, somente serão conhecidos na cerimônia de entrega das estatuetas do Prêmio Jabuti, em 4 de novembro, na Sala São Paulo.
Li os livros do Mauri e da Alice Ruiz no ano passado. As reportagens do Mauri eu as conhecia desde quando foram publicadas na Gazeta do Povo. E os escritos da Alice Ruiz eu tenho lido desde 1980, época de Navalhanaliga, que traz poemas assim:
sou uma moça polida
levando
uma vida lascada
cada instante
pinta um grilo
por cima
da minha sacada
Agora, com Dois em Um, Alice escreve coisas como:
não vai dar tempo
de viver outra vida
posso perder o trem
pegar a viagem errada
ficar parada
não muda nada
também
pode nunca chegar
a passagem de volta
e meia vamos dar
Valeu Alice. Viagem errada pode levar a outras paragens. Eu fico por aqui.
*****
Os indicados ao Jabuti
Romance
1º Flores Azuis (Cia. das Letras), de Carola Saavedra
2º Cordilheira (Cia. das Letras), de Daniel Galera
3º Órfãos do Eldorado (Cia. das Letras), de Milton Hatoum
4º Galileia (Objetiva), de Ronaldo Correia de Brito
5º Satolep (Cosac Naify), de Vitor Ramil
6º Manual da Paixão Solitária (Cia. das Letras), de Moacyr Scliar
7º A Parede no Escuro (Record), de Altair Martins
8º O Livro dos Nomes (Cia. das Letras), de Maria Esther Maciel
9º Um Livro em Fuga (Record), de Edgard Telles Ribeiro
10º Heranças (Rocco), de Silviano Santiago
Contos e Crônicas
1º Canalha! - Crônicas (Editora Bertrand Brasil), de Fabricio Carpinejar
2º 101 Crônicas - Ungáua! (Publifolha), de Ruy Castro
3º Ó Editora (Iluminuras), de Nuno Alvares Pessoa de Almeida Ramos
4º Rasif (Record), de Marcelino Freire
Ostra Feliz Não Faz Pérola (Planeta), de Rubem Alves
5º Os Comes e Bebes nos Velórios das Gerais e Outras Histórias (Auana), de Déa Rodrigues da Cunha Rocha
6º Ping Pong - Chinês Por Um Mês: As Aventuras de Um Jornalista Brasileiro Pela China Olímpica (Manuela Editorial - Arte Paubrasil), de Felipe Machado
7º Crônicas e Outros Escritos de Tarsila do Amaral (Unicamp), de Laura Taddei Brandini (Org.)
8º Antologia Pessoal (Record), de Eric Nepomuceno
9º Cheiro de Terra - Contos Fazendeiros (Scortecci), de Lucília Junqueira de Almeida Prado
O Silêncio dos Amantes (Record), de Lya Luft
10.º Vatapaenses Vasos Comunicantes (Gm Minister), de Sergio de Almeida Brun
Poesia
1º Dois em Um (Iluminuras), de Alice Ruiz
2º Chocolate Amargo (Brasiliense), de Renata Pallotini
3º Antigos e Soltos: Poemas e Prosas da Pasta Rosa (Instituto Moreira Salles Instituto Moreira Salles)
4º Cinemateca (Cia. das Letras), de Eucanaã Ferraz
5º A Letra da Ley (Annablume), de Glauco Mattoso
6º Homem Ao Termo - Poesia Reunida [1949-2005] (Editora da UFMG), de Affonso Ávila
Outros Barulhos (Reynaldo Bessa), de Reynaldo Bessa
7º Geometria da Paixão (Anome Livros), de Dagmar de Oliveira Braga
8º Os Corpos e Os Dias (Cultura), de Laura Erber
9º Ferreira Gullar: Poesia Completa, Teatro e Prosa (Nova Fronteira), de Ferreira Gullar
Réquiem (Contra Capa), de Lêdo Ivo
10º Uma Hora Por Dia (7letras), de Maria Helena Azevedo
Biografia
1º José Olympio, O Editor e Sua Casa (G.M.T. Editores), de José Mario Pereira
2º O Sol do Brasil (Cia. das Letras), de Lilia Moritz Schwarcz
3º Anna: A Voz da Rússia Vida e Obra de Anna Akhmátova (Algol), de Lauro Machado Coelho
4º O Santo Sujo: A Vida de Jayme Ovalle (Cosac Naify), de Humberto Werneck
5º Caio Prado Júnior (Boitempo), de Editorial Lincoln Secco
6º Domingos Sodré, Um Sacerdote Africano (Cia. das Letras), de João José Reis
7º Cruz e Sousa - Dante Negro do Brasil (Pallas), de Uelinton Farias Alves
8º Cancioneiro Chico Buarque (Jobim Music), de Elianne Canetti Jobim
9º Traição (Cia. das Letras), de Ronaldo Vainfas
10º Viver Sua Música: Com Stravinsky em Meus Ouvidos, Rumo À Avenida Nevskiy (Editora da USP), de Gilberto Mendes
/
Reportagem
1º O Olho da Rua: Uma Repórter em Busca da Literatura da Vida Real (Globo), de Eliane Brum
2º O Sequestro dos Uruguaios – Uma Reportagem dos Tempos da Ditadura (L&PM Editores), de Luiz Cláudio Cunha
3º O Livro Amarelo do Terminal (Cosac Naify), de Vanessa Barbara
4º Narrativas de Um Correspondente de Rua (Pós-Escrito - do Instituto Cultural de Jornalistas do Paraná), de Mauri König
5º Rim Por Rim (Record), de Julio Ludemir
6º Sem Vestígios (Geração Editorial Ltda), de Tais Morais
7º No Calor da Hora: Música e Cultura nos Anos de Chumbo (Algol), de João Marcos Coelho
8º Casadas com o Crime (Letras do Brasil), de Josmar Jozino
9º Suicídio - O Futuro Interrompido (Geração Editorial), de Paula Fontenelle
10º 1968 - O Que Fizemos de Nós (Planeta), de Zuenir Ventura
Tradução
1º Satíricon (Cosac Naify), de Cláudio Aquati
2º A Morte de Empédocles / Friedrich Hölderlin (Iluminuras), de Marise Moassaba Curioni
3º 40 Novelas de Pirandello (Cia. das Letras), de Maurício Santana Dias
4º Moby Dick (Cosac Naify), de Irene Hirsch e Alexandre Barbosa de Souza
5º Porta do Sol (Distribuidora Record de Serviços de Imprensa S.A.), de Safa A-C Jubran
6º Poemata: Poemas em Latim e em Grego (Tessitura), de Erick Ramalho
7º Os Irmãos Karamázov - 2 Vols. (34), de Paulo Bezerra
8º Plotino, Enéada Iii. 8 [30]: Sobre a Natureza, A Contemplação e o Uno (Editora da Unicamp), de José Carlos Baracat Júnior
9º O Diabo Mesquinho (Kalinka), de Moissei Mountian
10º Contos Completos (Cosac Naify), de Leonardo Fróes
Teoria e Crítica Literária
1º Monteiro Lobato: Livro a Livro (Editora da Unesp), de Lajolo, Marisa e Ceccantini, João Luís
2º Pensamento e "Lirismo Puro" na Poesia de Cecília Meireles (Editora da USP), de Leila V. B. Gouvêa
3º Literatura da Urgência Lima Barreto no Domínio da Loucura (Annablume), de Luciana Hidalgo
4º Graciliano Ramos - Um Escritor Personagem (Autêntica), de Maria Izabel Brunacci
5º Machado de Assis: Ensaios da Crítica Contemporânea (Editora da Unesp), de Guidin, Marcia Ligia - Granja, Lúcia - Ricieri, Francine Weiss (Orgs.)
6º Contos de Machado de Assis: Relicários e Raisonnés (Associação Jesuita de Educação e Assistência Social), de Mauro Rosso
7º Do Teatro: Machado de Assis (Perspectiva), de João Robeto Faria (Org.)
8º Que Poesia É Essa? Poesia Marginal: Sujeitos Instáveis, Estética Desajustada (Editora da Universidade Federal de Goiás), de Teresa Cabañas
9º A Segunda Vida de Brás Cubas (Rocco), de Patrick Pessoa
10º A Gargalhada de Ulisses: A Catarse na Comédia (Perspectiva), de Cleise Furtado Mendes
Infantil
1º Sete Histórias Para Contar (Moderna), de Adriana Falcão
2º Comilança (DCL), de Fernando Vilela
3º No Risco do Caracol (Autêntica), de Maria Valéria Rezende e Marlette Menezes
4º Era Outra Vez Um Gato Xadrez (Record), de Leticia Wierzchowski
5º Minhas Contas (Cosac Naify), de Luiz Antonio
6º A História de Biruta (Cia. das Letras), de Alberto Martins
7º Zoo (Nova Fronteira), de João Guimarães Rosa
8º E Um Rinoceronte Dobrado (Projeto), de Hermes Bernardi Jr
9º A Invenção do Mundo Pelo Deus-Curumim (34), de Braulio Tavares
10º Alma de Rio (Cortez), de Ellen Pestili
Juvenil
1º O Fazedor de Velhos (Cosac Naify), de Rodrigo Lacerda
2º A Distância das Coisas (Edições SM - Grupo SM), de Flávio Carneiro
3º Cidade dos Deitados (Cosac Naify), de Heloisa Prieto
4º Montanha-Russa (Cosac Naify), de Fernando Bonassi
Surfando na Marquise (Cosac Naify), de Paulo Bloise
5º 1808 - Edição Juvenil (Planeta), de Laurentino Gomes
6º Brincos de Ouro e Sentimentos (Pingentes Biruta), de Luiz Antonio Aguiar
7º Figurinha Carimbada (Girafinha), de Márcio Araújo
8º Chuva de Letras (Scipione), de Luis Alberto Brandão
9º Meu Pai Não Mora Mais Aqui (Biruta), de Caio Riter
10º Conversa de Passarinhos (Iluminuras), de Alice Ruiz S / Maria Valéria Vasconcelos Rezende
Por Célio Martins
Lançamento IMPERDÍVEL! (curadoria do meu orientador)
CONCERTOS DE LANÇAMENTO
da Coletânea de Música Eletroacústica Brasileira
entrada franca
CURITIBA
26/08/2009, 13h30
Universidade Federal do Paraná-DeArtes
Curador: Daniel Quaranta
Programa: obras de José A. Mannis, Conrado Silva, Jorge Antunes, Reginaldo Carvalho, Rodrigo C. Velloso e José Maria Neves.
RIO DE JANEIRO
01/09/2009, 18h00
Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música, UFRJ
Curador: Rodrigo C. Velloso
Programa: obras de Reginaldo Carvalho, Jorge Antunes, Conrado Silva, José Maria Neves, Rodolfo C. de Souza, Rodrigo C. Velloso, Fernando Iazzetta e Eduardo R. Miranda.
SÃO PAULO
02/09/2009, 20h30
Teatro do Instituto de Artes da Unesp
Curador: Flo Menezes
Programa: obras de Rodrigo C. Velloso, Bruno Ruviaro, Edson Zampronha, Eloy Fritsch, Flo Menezes e Jorge Antunes.
JOÃO PESSOA
08/09/2009, 18h00
Estação Cabo Branco de Ciência e Cultura
Curador: Didier Guigue
Programa: obras de Reginaldo Carvalho, Jorge Antunes, Didier Guigue, Denise Garcia e Tim Rescala.
BRASÍLIA
14/09/2009, 20h00
Auditório do do MUS – UnB
Curador: Luis Roberto Pinheiro
Programa: obras de Reginaldo Carvalho, Jorge Antunes, Conrado Silva, José Maria Neves, Rodolfo C. de Souza, Rodrigo C. Velloso, Fernando Iazzetta, Luis R. Pinheiro, Djalma Farias e Denise Garcia.
RIBEIRÃO PRETO
16/09/2009, 20h00
Departamento de Música da USP
Curador: Rodolfo Coelho de Souza
Programa: obras de Jorge Antunes, Conrado Silva, Reginaldo Carvalho, Rodolfo C. de Souza, Fernando Iazzetta, Luis R. Pinheiro, Anselmo Guerra, Didier Guigue e Rodrigo C. Velloso.
Acesse o link abaixo para alterar o seu cadastro!
http://www.yawl.com.br/mlist/cadastrar.php?reles=(AdljfikfylbdahdgZilkqxyqlbyrt*mcaysdis)
da Coletânea de Música Eletroacústica Brasileira
entrada franca
CURITIBA
26/08/2009, 13h30
Universidade Federal do Paraná-DeArtes
Curador: Daniel Quaranta
Programa: obras de José A. Mannis, Conrado Silva, Jorge Antunes, Reginaldo Carvalho, Rodrigo C. Velloso e José Maria Neves.
RIO DE JANEIRO
01/09/2009, 18h00
Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música, UFRJ
Curador: Rodrigo C. Velloso
Programa: obras de Reginaldo Carvalho, Jorge Antunes, Conrado Silva, José Maria Neves, Rodolfo C. de Souza, Rodrigo C. Velloso, Fernando Iazzetta e Eduardo R. Miranda.
SÃO PAULO
02/09/2009, 20h30
Teatro do Instituto de Artes da Unesp
Curador: Flo Menezes
Programa: obras de Rodrigo C. Velloso, Bruno Ruviaro, Edson Zampronha, Eloy Fritsch, Flo Menezes e Jorge Antunes.
JOÃO PESSOA
08/09/2009, 18h00
Estação Cabo Branco de Ciência e Cultura
Curador: Didier Guigue
Programa: obras de Reginaldo Carvalho, Jorge Antunes, Didier Guigue, Denise Garcia e Tim Rescala.
BRASÍLIA
14/09/2009, 20h00
Auditório do do MUS – UnB
Curador: Luis Roberto Pinheiro
Programa: obras de Reginaldo Carvalho, Jorge Antunes, Conrado Silva, José Maria Neves, Rodolfo C. de Souza, Rodrigo C. Velloso, Fernando Iazzetta, Luis R. Pinheiro, Djalma Farias e Denise Garcia.
RIBEIRÃO PRETO
16/09/2009, 20h00
Departamento de Música da USP
Curador: Rodolfo Coelho de Souza
Programa: obras de Jorge Antunes, Conrado Silva, Reginaldo Carvalho, Rodolfo C. de Souza, Fernando Iazzetta, Luis R. Pinheiro, Anselmo Guerra, Didier Guigue e Rodrigo C. Velloso.
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Terça-feira, Agosto 18, 2009
teoria da conspiração total!
LEIA A REPORTAGEM ABAIXO:
Fonte:http://fimdostempos.net/gripe-suina-laboratorio-veja.html - Revista Veja 18 de outubro de 2006: Pesquisadores americanos recriaram o vírus H1N1?
Letal por natureza
Pesquisadores americanos descobrem por que o vírus da gripe espanhola matou tanta gente.
Giuliana Bergamo
Pesquisadores americanos deram um grande passo na elucidação de um dos maiores enigmas da medicina do século XX – o que fez do influenza H1N1 um vírus tão letal, responsável pela pior pandemia da história, a gripe espanhola. Entre setembro de 1918 e abril de 1919, 50 milhões de pessoas morreram em todo o mundo, o equivalente a quase 4% da população mundial de então. Só no Rio de Janeiro a gripe fez 15.000 vítimas fatais em apenas um mês, entre elas o presidente Rodrigues Alves. “Com o tempo, formou-se a convicção de que o vírus matou tanta gente porque encontrou uma população abatida pela I Guerra Mundial, desnutrida, sem hospitais ou medicamentos adequados”, diz o virologista Edison Durigon, professor da Universidade de São Paulo. Esse cenário facilitou, é obvio, a disseminação da doença. Mas o que se descobriu agora é que o H1N1, não importam as circunstâncias, tem mesmo um alto poder de destruição. Isso porque a resposta imunológica deflagrada pelo vírus é tão severa que o próprio organismo passa a atacar e destruir todas as suas células. O mistério de tanta agressividade, no entanto, ainda não foi totalmente desvendado. Falta entender quais os mecanismos bioquímicos envolvidos nesse processo.
No experimento levado a cabo pelos americanos, ratos de laboratório morreram apenas seis dias depois de infectados pelo vírus. Foi constatado que nos pulmões dos animais havia uma quantidade de vírus dez vezes maior que a encontrada nos dos camundongos contaminados com as versões mais comuns do influenza. Esse fato explica por que os doentes de 1918 morriam com os pulmões congestionados e enrijecidos. Sem oxigenação, ficavam tão arroxeados que era difícil distinguir o cadáver de um branco do de um negro. “A morte chega em poucas horas. Os doentes morrem sufocados. É horrível ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas”, lê-se num relato médico escrito na ocasião.
Ao longo de cinqüenta anos, estudiosos de diversos centros de pesquisa peregrinaram pelas regiões mais geladas do planeta em busca de exemplares preservados do vírus da gripe espanhola. A primeira peça desse quebra-cabeça foi encontrada no vilarejo de Brevig Mission, no Alasca, onde, em cinco dias, 72 dos seus oitenta moradores sucumbiram ao H1N1.
Em 1997, no cemitério local, os americanos Johan Hultin e Jeffrey Taubenberger encontraram fragmentos do vírus no cadáver exumado de uma senhora bastante gorda. A especificação aqui do biotipo da mulher é importante porque explica as boas condições em que as partículas do H1N1 foram encontradas – o acúmulo de tecido adiposo ajudou a preservá-las da ação do tempo. De posse das amostras do H1N1, os pesquisadores deram início à reconstrução do vírus. Graças aos avanços no campo da biologia molecular e ao desenvolvimento de seqüenciamento genético, foi possível reativar o H1N1. Hoje, essa amostra está guardada num laboratório do Instituto de Patologia das Forças Armadas, em Washington, nos Estados Unidos. Foi ela que serviu de base para o experimento com os ratos.
As últimas pesquisas com o H1N1 causaram alvoroço. Alguns especialistas aplaudem o feito. Outros, porém, mostram-se reticentes. O temor é o de que, ao desenterrar o vírus dos confins gelados do Alasca e usá-lo em experiências, a ciência tenha criado uma poderosa arma biológica. Além disso, o genoma do H1N1 está arquivado no GenBank, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, uma espécie de biblioteca com informações detalhadas sobre o seqüenciamento genético das mais variadas estruturas. Ou seja, qualquer pessoa pode ter acesso às informações necessárias para a construção do H1N1. O outro receio é que deixem o vírus escapar do laboratório onde é estudado.
O risco de um acidente desse tipo vir a ocorrer é pequeno. Há duas décadas, os laboratórios onde são manuseados vírus e bactérias passaram a ter de contar com uma série de itens de segurança. Naqueles de níveis mais simples, o 1 e o 2, faz-se a análise de agentes infecciosos de baixa virulência e sobre os quais a medicina tem controle, como a Salmonella, a bactéria responsável por quadros de intoxicação alimentar. O influenza H1N1 está num laboratório de nível 3 de biossegurança, onde se trabalha com micróbios altamente patogênicos para o homem, mas contra os quais a medicina dispõe de algum controle. Nos de nível 4, estudam-se vírus como o ebola, em relação aos quais não há defesa conhecida. O acesso a esses centros é muito restrito.
“Se, porventura, o vírus da gripe espanhola contaminar algum pesquisador, é fácil identificar quem esteve com ele e, assim, conter a infecção rapidamente”, diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas.
Há 146 tipos de vírus influenza. De todos, o H1N1 permanece o mais agressivo. Com o seu seqüenciamento genético, foi possível determinar que ele pulou diretamente de seu hospedeiro natural (as aves) para os seres humanos. O outro único influenza com essa característica é o H5N1, causador da gripe aviária.
Recentemente, a iminência de um alastramento dessa doença entre seres humanos colocou o mundo de prontidão. O avanço das pesquisas sobre o vírus da gripe espanhola deve auxiliar na decifração do mecanismo de ação do H5N1.
Os pesquisadores americanos recriaram o vírus H1N1 em laboratório e infectaram ratos. Os principais achados dessa experiência foram:
• A resposta imunológica deflagrada pelo vírus da gripe espanhola foi muito severa, o que levou o organismo dos animais à falência
• Entre o primeiro e o terceiro dias de infecção, a quantidade de partículas do vírus nos pulmões dos ratos contaminados era 10 vezes maior do que nos dos animais infectados por outros tipos de vírus da gripe
• As cobaias contaminadas pelo H1N1 perderam 13% do peso corporal em dois dias de infecção
• 100% dos ratos infectados pelo vírus da gripe espanhola morreram no sexto dia de infecção
Fontes: revista Nature, Edison Durigon, virologista,e Luiz Jacintho da Silva, infectologista.
Fonte:http://fimdostempos.net/gripe-suina-laboratorio-veja.html - Revista Veja 18 de outubro de 2006: Pesquisadores americanos recriaram o vírus H1N1?
Letal por natureza
Pesquisadores americanos descobrem por que o vírus da gripe espanhola matou tanta gente.
Giuliana Bergamo
Pesquisadores americanos deram um grande passo na elucidação de um dos maiores enigmas da medicina do século XX – o que fez do influenza H1N1 um vírus tão letal, responsável pela pior pandemia da história, a gripe espanhola. Entre setembro de 1918 e abril de 1919, 50 milhões de pessoas morreram em todo o mundo, o equivalente a quase 4% da população mundial de então. Só no Rio de Janeiro a gripe fez 15.000 vítimas fatais em apenas um mês, entre elas o presidente Rodrigues Alves. “Com o tempo, formou-se a convicção de que o vírus matou tanta gente porque encontrou uma população abatida pela I Guerra Mundial, desnutrida, sem hospitais ou medicamentos adequados”, diz o virologista Edison Durigon, professor da Universidade de São Paulo. Esse cenário facilitou, é obvio, a disseminação da doença. Mas o que se descobriu agora é que o H1N1, não importam as circunstâncias, tem mesmo um alto poder de destruição. Isso porque a resposta imunológica deflagrada pelo vírus é tão severa que o próprio organismo passa a atacar e destruir todas as suas células. O mistério de tanta agressividade, no entanto, ainda não foi totalmente desvendado. Falta entender quais os mecanismos bioquímicos envolvidos nesse processo.
No experimento levado a cabo pelos americanos, ratos de laboratório morreram apenas seis dias depois de infectados pelo vírus. Foi constatado que nos pulmões dos animais havia uma quantidade de vírus dez vezes maior que a encontrada nos dos camundongos contaminados com as versões mais comuns do influenza. Esse fato explica por que os doentes de 1918 morriam com os pulmões congestionados e enrijecidos. Sem oxigenação, ficavam tão arroxeados que era difícil distinguir o cadáver de um branco do de um negro. “A morte chega em poucas horas. Os doentes morrem sufocados. É horrível ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas”, lê-se num relato médico escrito na ocasião.
Ao longo de cinqüenta anos, estudiosos de diversos centros de pesquisa peregrinaram pelas regiões mais geladas do planeta em busca de exemplares preservados do vírus da gripe espanhola. A primeira peça desse quebra-cabeça foi encontrada no vilarejo de Brevig Mission, no Alasca, onde, em cinco dias, 72 dos seus oitenta moradores sucumbiram ao H1N1.
Em 1997, no cemitério local, os americanos Johan Hultin e Jeffrey Taubenberger encontraram fragmentos do vírus no cadáver exumado de uma senhora bastante gorda. A especificação aqui do biotipo da mulher é importante porque explica as boas condições em que as partículas do H1N1 foram encontradas – o acúmulo de tecido adiposo ajudou a preservá-las da ação do tempo. De posse das amostras do H1N1, os pesquisadores deram início à reconstrução do vírus. Graças aos avanços no campo da biologia molecular e ao desenvolvimento de seqüenciamento genético, foi possível reativar o H1N1. Hoje, essa amostra está guardada num laboratório do Instituto de Patologia das Forças Armadas, em Washington, nos Estados Unidos. Foi ela que serviu de base para o experimento com os ratos.
As últimas pesquisas com o H1N1 causaram alvoroço. Alguns especialistas aplaudem o feito. Outros, porém, mostram-se reticentes. O temor é o de que, ao desenterrar o vírus dos confins gelados do Alasca e usá-lo em experiências, a ciência tenha criado uma poderosa arma biológica. Além disso, o genoma do H1N1 está arquivado no GenBank, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, uma espécie de biblioteca com informações detalhadas sobre o seqüenciamento genético das mais variadas estruturas. Ou seja, qualquer pessoa pode ter acesso às informações necessárias para a construção do H1N1. O outro receio é que deixem o vírus escapar do laboratório onde é estudado.
O risco de um acidente desse tipo vir a ocorrer é pequeno. Há duas décadas, os laboratórios onde são manuseados vírus e bactérias passaram a ter de contar com uma série de itens de segurança. Naqueles de níveis mais simples, o 1 e o 2, faz-se a análise de agentes infecciosos de baixa virulência e sobre os quais a medicina tem controle, como a Salmonella, a bactéria responsável por quadros de intoxicação alimentar. O influenza H1N1 está num laboratório de nível 3 de biossegurança, onde se trabalha com micróbios altamente patogênicos para o homem, mas contra os quais a medicina dispõe de algum controle. Nos de nível 4, estudam-se vírus como o ebola, em relação aos quais não há defesa conhecida. O acesso a esses centros é muito restrito.
“Se, porventura, o vírus da gripe espanhola contaminar algum pesquisador, é fácil identificar quem esteve com ele e, assim, conter a infecção rapidamente”, diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas.
Há 146 tipos de vírus influenza. De todos, o H1N1 permanece o mais agressivo. Com o seu seqüenciamento genético, foi possível determinar que ele pulou diretamente de seu hospedeiro natural (as aves) para os seres humanos. O outro único influenza com essa característica é o H5N1, causador da gripe aviária.
Recentemente, a iminência de um alastramento dessa doença entre seres humanos colocou o mundo de prontidão. O avanço das pesquisas sobre o vírus da gripe espanhola deve auxiliar na decifração do mecanismo de ação do H5N1.
Os pesquisadores americanos recriaram o vírus H1N1 em laboratório e infectaram ratos. Os principais achados dessa experiência foram:
• A resposta imunológica deflagrada pelo vírus da gripe espanhola foi muito severa, o que levou o organismo dos animais à falência
• Entre o primeiro e o terceiro dias de infecção, a quantidade de partículas do vírus nos pulmões dos ratos contaminados era 10 vezes maior do que nos dos animais infectados por outros tipos de vírus da gripe
• As cobaias contaminadas pelo H1N1 perderam 13% do peso corporal em dois dias de infecção
• 100% dos ratos infectados pelo vírus da gripe espanhola morreram no sexto dia de infecção
Fontes: revista Nature, Edison Durigon, virologista,e Luiz Jacintho da Silva, infectologista.
Segunda-feira, Agosto 17, 2009
notícias para meus amigos que acham que curitiba é óó´timo de se viver...
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=915741&tit=Imagens-mostram-rotina-de-Carli-Filho-que-aguarda-decisao-do-MP
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/gripea/conteudo.phtml?tl=1&id=915762&tit=Parana-registra-107-mortes-por-gripe-A
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=915655&tit=Estudante-de-Direito-e-morto-por-PM-em-saida-de-casa-noturna
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=915664&tit=Vereador-se-nega-a-fazer-exame-do-bafometro-apos-acidente-de-transito
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/gripea/conteudo.phtml?tl=1&id=915762&tit=Parana-registra-107-mortes-por-gripe-A
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=915655&tit=Estudante-de-Direito-e-morto-por-PM-em-saida-de-casa-noturna
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=915664&tit=Vereador-se-nega-a-fazer-exame-do-bafometro-apos-acidente-de-transito
Terça-feira, Agosto 11, 2009
A casa do João
Eu tenho um amigo João que é fotógrafo e tem um blog chamado CASA DO JOÃO. Meu amigo João é quase uma instituição (é meu compadre, escreveu o texto mais lindo sobre meu casamento, foi adotado pela minha família e a gente pela dele). Meu amigo João fotografa casas, lugares, mas com o olhar da inconstância da casa. Como diz mia couto o que importa é onde a casa mora na gente. Meu amigo João dá importância aos rastros que a gente deixa. Meu amigo João pela primeira vez está orgulhoso da sua casa, di seu espaço. Pra muitos isso pode ser só um detalhe. Eu sei que pra ele não é só um detalhe. Meu amigo João acompanhou meu jardim e agora é ele que me passa mudas novas e me ensina a fazer novas composteiras. A gente conversa sempre, que o haicai é uma foto, que algumas fotos são poesia. Meu amigo João agora brinca de escritor e eu brinco de fotógrafa. Ele muito mais original que eu que apenas parodiei a sua exposição e fotografei a sua casa. E essa é a casa do João:
Terça-feira, Julho 28, 2009
Domingo, Julho 26, 2009
www.jornalcomunicacao.ufpr.br
junho de 2009
cultura
Ensino musical obrigatório valoriza
o
legado deVilla-Lobos
Há 50 anos morria o compos-
itor Heitor Villa-Lobos, músico
brasileiro, grande valorizador da
cultura e do folclore nacional,
que se tornou célebre por unir
música e sons naturais. “Conside-
ro minhas obras como cartas que
escrevi à posteridade, sem espe-
rar resposta”, afirmou, certa vez,
o compositor. Uma dessas cartas,
aoqueparece,estásendolidapor
nossa geração. É o seu legado para
a educação musical: Villa-Lobos
foi o maior partidário do ensino
da música no Brasil, sendo re-
sponsávelpor sua implantação no
governo de Getúlio Vargas. Ago-
ra, depois de 40 anos de espera,
as escolas regulares voltarão a ter
música como disciplina do cur-
rículo,comaaprovação,em2008,
de um projeto de lei que o torna
obrigatório. Agora, depois de 40
anosdeespera,asescolasregulares
voltarão a ter música como disci-
plina do currículo, com a aprova-
ção, em 2008, do projeto de lei nº
11.769, que o torna obrigatório.
“A última geração que teve ensi-
no musical obrigatório nas escolas
foi a da Bossa Nova e da Tropicália.
Então, muito do que se fala hoje so-
bre um empobrecimento musical no
Brasil pode ter uma base na falta de
F
o
t
o
s
: B
á
r
B
a
r
a
L
o
p
e
z
Nova lei que torna
obrigatório o ensino
de música nas escolas
beneficia a cultura e
a educação
Marina Feldman
subsídios que a geração atual tem”,
afirma a professora de música Estrela
Ruiz Leminski. Ela acredita que a
implantação do ensino de música
trará consequências que vão além do
âmbito escolar, atingindo também a
cultura nacional. “A influência para
aeducaçãocomcertezaserágrande.
Existem vários estudos que mostram
que a música ajuda na matemática,
no raciocínio lógico, mas acho que
existeumporquê maisamplonisso”.
Villa-Lobos preocupava-se
também com a elevação artístico-
musical da população. Para ele, o
ensino da música transformaria o
povobrasileiroemumpúblicomais
sensível às manifestações artísticas e
faria com que a música se tornasse
parte da vida cotidiana. “A visão de
Villa-Lobos foi fantástica. O canto
orfeônico foi aplicado por Villa-Lo-
bosefoiutilizadoaté1961,quando
uma medida de lei desobrigou as
escolas a ensinarem música”, conta o
musicólogoHarryCrowl.
O canto orfeônico foi a forma
que Villa-Lobos encontrou para
levar a música a todos. Segundo
Crowl, a técnica consistia em uti-
lizar canções folclóricas conhe-
cidas e harmonizá-las para várias
vozes, ensinando música através
do canto em conjunto. Simul-
taneamente, em outros países,
técnicas parecidas foram implan-
tadas. Na Hungria, por exemplo,
até hoje é utilizado o método de
Zoltan Kodály. A obra do educa-
dor húngaro baseia-se nos mes-
mos pilares que a de Villa-Lobos.
Seu método, porém, foi posto em
prática amplamente em seu país
natal. “No Brasil se assimilou um
conceitoerradodequeasmatérias
mais importantes seriam aquelas
ligadas às ciências exatas, e a arte
é vista como perfumaria”, acres-
centaCrowl.
Quebrando antigos rótulos
Para Estrela, esse panorama
se altera progressivamente. “As
pessoas têm a visão de um ensino
técnico, que serve para colocar os
jovens no mercado, mas eu acho
que isso aos poucos vai mudando.
Elas estão aprendendo a valorizar
o ensino da música”, afirma a pro-
fessora. De acordo com ela, hoje
se valorizam mais as chamadas in-
teligências múltiplas. Segundo essa
teoria – de Howard Gardner – o
ser humano tem oito inteligências,
cada uma delas mais ou menos
desenvolvida em cada indivíduo.
Uma dessas é a musical. “Às vezes
ouço de outros professores que um
determinado aluno é desleixado,
preguiçoso, mas, na música, é meu
aluno mais genial. Isso ajuda a que-
brarantigosrótulos”,defende.
Solange Marinho Gomes,
professora da Faculdade de Artes
do Paraná (FAP) e especialista em
educação musical, é outra defen-
sora do ensino. “Não existiu até
hoje uma cultura humana em que
a música não estivesse presente.
O papel da educação musical é
levar esse conhecimento humano
para todos”, afirma. Para ela, uma
mentalidade que dê mais valor a
certas áreas do conhecimento é
equivocada, pois todo o conheci-
mento humano é importante.
“Além de tudo, a música, quando
inserida no universo infantil, tem
um papel essencial no desenvol-
vimento. Um indivíduo também
precisa desenvolver linguagens
não-verbais”, acrescenta.
O aspecto lúdico da música
parece atrair novos partidários
da educação musical. Gabriela
Sasson Rassi, de 9 anos, decidiu
estudar violão por gostar muito
de música – especialmente de in-
strumentos decorda.Elaacredita
que a implantação da educação
musical no ensino obrigatório
é algo positivo. “No horário
extra, muitas crianças não po-
dem ter aulas de música e é um
jeito muito bom de nos educar”,
conta. Ela diz que no futuro não
pretende trabalhar com música,
mas que, no momento, estudar
música é uma experiência muito
interessante e que ajuda a desen-
volver sua audição.
Para Harry Crowl, a utili-
dade dessa formação vai além da
audição. Segundo ele, aqueles
que estudam música aprendem
muito sobre disciplina. Em sua
experiência como coordenador
da Orquestra Filarmônica da
UFPR, composta basicamente de
jovens, notou claramente o efeito
da música sobre a formação do in-
divíduo. “Em nenhuma orquestra
jovemqueeuparticipeivocêouve
falar de maus alunos. A disciplina
que eles são obrigados a ter para
dominar o instrumento é taman-
ha, que isso passa, naturalmente,
para as outras disciplinas”, explica.
Boas possibilidades no futuro
O cinquentenário da morte
de Villa-Lobos, neste ano, não
deixa de ser um estímulo para
criar um futuro promissor para a
educação musical. Para Solange,
o fato, do ponto de vista educacio-
nal e cultural, é muito positivo. A
especialista ressalta ainda o lado
humano da música. “Uma pessoa
que está fazendo música está feliz.
É muito difícil você ver, no ensaio
deumabanda,aspessoastristes.A
música é algo que traz satisfação.
Aproduçãoartísticaéinerentedo
ser humano e faz muito bem. En-
tão, por que não dar essa experiên-
cia para muita gente?”
A lei, aprovada em agosto do
último ano, afirma que “a música
deverá ser conteúdo obrigatório
[...] do componente curricular”.
Para Solange Gomes, isso já repre-
senta um grande passo. No entan-
to, ela ressalva que é preciso pen-
sar na forma que essa lei será posta
em prática. “Como a música vai
acontecer na escola? Quem serão
os professores que vão trabalhá-
la? Existirão professores de músi-
ca suficientes para o Brasil todo?”,
questiona Solange. A professora
acredita que ainda é necessária
muita discussão em torno disso,
mas as possibilidades de sucesso
são grandes. “Acho que pode dar
certo e a escola passará a ter um
papel de democratizar a música.
Não temos como saber quantos
talentosperdidostemosporaíe,a
partir de agora, poderemos desco-
brir”, finaliza
:
cultura
Ensino musical obrigatório valoriza
o
legado deVilla-Lobos
Há 50 anos morria o compos-
itor Heitor Villa-Lobos, músico
brasileiro, grande valorizador da
cultura e do folclore nacional,
que se tornou célebre por unir
música e sons naturais. “Conside-
ro minhas obras como cartas que
escrevi à posteridade, sem espe-
rar resposta”, afirmou, certa vez,
o compositor. Uma dessas cartas,
aoqueparece,estásendolidapor
nossa geração. É o seu legado para
a educação musical: Villa-Lobos
foi o maior partidário do ensino
da música no Brasil, sendo re-
sponsávelpor sua implantação no
governo de Getúlio Vargas. Ago-
ra, depois de 40 anos de espera,
as escolas regulares voltarão a ter
música como disciplina do cur-
rículo,comaaprovação,em2008,
de um projeto de lei que o torna
obrigatório. Agora, depois de 40
anosdeespera,asescolasregulares
voltarão a ter música como disci-
plina do currículo, com a aprova-
ção, em 2008, do projeto de lei nº
11.769, que o torna obrigatório.
“A última geração que teve ensi-
no musical obrigatório nas escolas
foi a da Bossa Nova e da Tropicália.
Então, muito do que se fala hoje so-
bre um empobrecimento musical no
Brasil pode ter uma base na falta de
F
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: B
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L
o
p
e
z
Nova lei que torna
obrigatório o ensino
de música nas escolas
beneficia a cultura e
a educação
Marina Feldman
subsídios que a geração atual tem”,
afirma a professora de música Estrela
Ruiz Leminski. Ela acredita que a
implantação do ensino de música
trará consequências que vão além do
âmbito escolar, atingindo também a
cultura nacional. “A influência para
aeducaçãocomcertezaserágrande.
Existem vários estudos que mostram
que a música ajuda na matemática,
no raciocínio lógico, mas acho que
existeumporquê maisamplonisso”.
Villa-Lobos preocupava-se
também com a elevação artístico-
musical da população. Para ele, o
ensino da música transformaria o
povobrasileiroemumpúblicomais
sensível às manifestações artísticas e
faria com que a música se tornasse
parte da vida cotidiana. “A visão de
Villa-Lobos foi fantástica. O canto
orfeônico foi aplicado por Villa-Lo-
bosefoiutilizadoaté1961,quando
uma medida de lei desobrigou as
escolas a ensinarem música”, conta o
musicólogoHarryCrowl.
O canto orfeônico foi a forma
que Villa-Lobos encontrou para
levar a música a todos. Segundo
Crowl, a técnica consistia em uti-
lizar canções folclóricas conhe-
cidas e harmonizá-las para várias
vozes, ensinando música através
do canto em conjunto. Simul-
taneamente, em outros países,
técnicas parecidas foram implan-
tadas. Na Hungria, por exemplo,
até hoje é utilizado o método de
Zoltan Kodály. A obra do educa-
dor húngaro baseia-se nos mes-
mos pilares que a de Villa-Lobos.
Seu método, porém, foi posto em
prática amplamente em seu país
natal. “No Brasil se assimilou um
conceitoerradodequeasmatérias
mais importantes seriam aquelas
ligadas às ciências exatas, e a arte
é vista como perfumaria”, acres-
centaCrowl.
Quebrando antigos rótulos
Para Estrela, esse panorama
se altera progressivamente. “As
pessoas têm a visão de um ensino
técnico, que serve para colocar os
jovens no mercado, mas eu acho
que isso aos poucos vai mudando.
Elas estão aprendendo a valorizar
o ensino da música”, afirma a pro-
fessora. De acordo com ela, hoje
se valorizam mais as chamadas in-
teligências múltiplas. Segundo essa
teoria – de Howard Gardner – o
ser humano tem oito inteligências,
cada uma delas mais ou menos
desenvolvida em cada indivíduo.
Uma dessas é a musical. “Às vezes
ouço de outros professores que um
determinado aluno é desleixado,
preguiçoso, mas, na música, é meu
aluno mais genial. Isso ajuda a que-
brarantigosrótulos”,defende.
Solange Marinho Gomes,
professora da Faculdade de Artes
do Paraná (FAP) e especialista em
educação musical, é outra defen-
sora do ensino. “Não existiu até
hoje uma cultura humana em que
a música não estivesse presente.
O papel da educação musical é
levar esse conhecimento humano
para todos”, afirma. Para ela, uma
mentalidade que dê mais valor a
certas áreas do conhecimento é
equivocada, pois todo o conheci-
mento humano é importante.
“Além de tudo, a música, quando
inserida no universo infantil, tem
um papel essencial no desenvol-
vimento. Um indivíduo também
precisa desenvolver linguagens
não-verbais”, acrescenta.
O aspecto lúdico da música
parece atrair novos partidários
da educação musical. Gabriela
Sasson Rassi, de 9 anos, decidiu
estudar violão por gostar muito
de música – especialmente de in-
strumentos decorda.Elaacredita
que a implantação da educação
musical no ensino obrigatório
é algo positivo. “No horário
extra, muitas crianças não po-
dem ter aulas de música e é um
jeito muito bom de nos educar”,
conta. Ela diz que no futuro não
pretende trabalhar com música,
mas que, no momento, estudar
música é uma experiência muito
interessante e que ajuda a desen-
volver sua audição.
Para Harry Crowl, a utili-
dade dessa formação vai além da
audição. Segundo ele, aqueles
que estudam música aprendem
muito sobre disciplina. Em sua
experiência como coordenador
da Orquestra Filarmônica da
UFPR, composta basicamente de
jovens, notou claramente o efeito
da música sobre a formação do in-
divíduo. “Em nenhuma orquestra
jovemqueeuparticipeivocêouve
falar de maus alunos. A disciplina
que eles são obrigados a ter para
dominar o instrumento é taman-
ha, que isso passa, naturalmente,
para as outras disciplinas”, explica.
Boas possibilidades no futuro
O cinquentenário da morte
de Villa-Lobos, neste ano, não
deixa de ser um estímulo para
criar um futuro promissor para a
educação musical. Para Solange,
o fato, do ponto de vista educacio-
nal e cultural, é muito positivo. A
especialista ressalta ainda o lado
humano da música. “Uma pessoa
que está fazendo música está feliz.
É muito difícil você ver, no ensaio
deumabanda,aspessoastristes.A
música é algo que traz satisfação.
Aproduçãoartísticaéinerentedo
ser humano e faz muito bem. En-
tão, por que não dar essa experiên-
cia para muita gente?”
A lei, aprovada em agosto do
último ano, afirma que “a música
deverá ser conteúdo obrigatório
[...] do componente curricular”.
Para Solange Gomes, isso já repre-
senta um grande passo. No entan-
to, ela ressalva que é preciso pen-
sar na forma que essa lei será posta
em prática. “Como a música vai
acontecer na escola? Quem serão
os professores que vão trabalhá-
la? Existirão professores de músi-
ca suficientes para o Brasil todo?”,
questiona Solange. A professora
acredita que ainda é necessária
muita discussão em torno disso,
mas as possibilidades de sucesso
são grandes. “Acho que pode dar
certo e a escola passará a ter um
papel de democratizar a música.
Não temos como saber quantos
talentosperdidostemosporaíe,a
partir de agora, poderemos desco-
brir”, finaliza
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Sábado, Julho 25, 2009
OPORTUNIDADE EUA!
Se alguém quiser ser babá de duas crianças LINDAS (são filhos de uma amigona minha do colégio) nos estados unidos (passagem, hospedagem e salário) ME AVISEM!!! Para janeiro 2010.
Terça-feira, Julho 21, 2009
Segunda-feira, Julho 20, 2009
SORUDA SAN INFORMA:
Klébio Albuquerquio!
Próximo sábado (25) lançamento do novo disco de Kléber Albuquerque. Participação minha e do Téo no show!
A volta de Alice
>
> "Pessoas queridas,
>
> Com muito orgulho venho divulgar a reprise dessa série que eu participei e que está incrível.
> Quem não conseguiu assistir, taí mais uma chance. Quem não tem HBO, assista com o amigo ou com o vizinho ou no boteco da esquina, enfim, se virem pois vale a pena mesmo ! Abaixo, os horários.
>
> beijos com carinho,
>
> Guta Ruiz
>
>
>>
>>
>>
>> 20 de Julho
>> Segunda
>> 20:00 Alice - Ep.1
>>
>>
>>
>>
>>
>> 21 de Julho
>> Terça
>> 20:00 Alice - Ep.2
>>
>>
>>
>> 22 de Julho
>> Quarta
>> 20:00 Alice - Ep.3
>>
>>
>>
>> 23 de Julho
>> Quinta
>> 20:00 Alice - Ep.4
>>
>>
>>
>> 24 de Julho
>> Sexta
>> 20:00 Alice Ep.5
>> 27 de Julho
>> Segunda
>> 20:00 Alice - Ep.6
>>
>> 28 de Julho
>> Terça
>> 20:00 Alice - Ep.7
>>
>> 29 de Julho
>> Quarta
>> 20:00 Alice Ep.8
>>
>>
>>
>> 30 de Julho
>> Quinta
>> 20:00 Alice Ep.9
>>
>>
>>
>> 31 de Julho
>> Sexta
>> 20:00 Alice Ep.10
>> 03 de Agosto
>> Segunda
>> 20:00 Alice - Ep.11
>>
>> 04 de Agosto
>> Terça
>> 20:00 Alice - Ep.12
>>
>> 05 de Agosto
>> Quarta
>> 20:00 Alice Ep.13
>>
>
> "Pessoas queridas,
>
> Com muito orgulho venho divulgar a reprise dessa série que eu participei e que está incrível.
> Quem não conseguiu assistir, taí mais uma chance. Quem não tem HBO, assista com o amigo ou com o vizinho ou no boteco da esquina, enfim, se virem pois vale a pena mesmo ! Abaixo, os horários.
>
> beijos com carinho,
>
> Guta Ruiz
>
>
>>
>>
>>
>> 20 de Julho
>> Segunda
>> 20:00 Alice - Ep.1
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>> 21 de Julho
>> Terça
>> 20:00 Alice - Ep.2
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>> 22 de Julho
>> Quarta
>> 20:00 Alice - Ep.3
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>> 23 de Julho
>> Quinta
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>> 20:00 Alice Ep.5
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>> 20:00 Alice - Ep.6
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>> 28 de Julho
>> Terça
>> 20:00 Alice - Ep.7
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>> 29 de Julho
>> Quarta
>> 20:00 Alice Ep.8
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>>
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>> 30 de Julho
>> Quinta
>> 20:00 Alice Ep.9
>>
>>
>>
>> 31 de Julho
>> Sexta
>> 20:00 Alice Ep.10
>> 03 de Agosto
>> Segunda
>> 20:00 Alice - Ep.11
>>
>> 04 de Agosto
>> Terça
>> 20:00 Alice - Ep.12
>>
>> 05 de Agosto
>> Quarta
>> 20:00 Alice Ep.13
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Sábado, Julho 18, 2009
oi?
Projeto “Expressões Oi” toma conta de Curitiba
> publicado em 15/07/2009
O Centro de Criatividade de Curitiba e outros espaços da cidade abrigam, neste domingo (19), a partir das 11h, uma série de eventos culturais do projeto “Expressões Oi”, organizado pela empresa de telefonia Oi. O público poderá compartilhar apresentações ao vivo de música, teatro, dança, literatura, artes visuais e artes plásticas. Além do Centro de Criatividade, os eventos também acontecem no Parque Barigui, Ruínas de São Francisco e Praça 29 de Março.
A programação cultural que movimenta o domingo curitibano resultou das inscrições realizadas pelo site www.expressoes.oi.com.br, que recebeu trabalhos nas modalidades de artes visuais (pintura, escultura, fotografia e vídeo), artes performáticas (teatro, dança e literatura), artes urbanas (grafite e stickers) e música. A iniciativa, que tem por objetivo valorizar os talentos regionais, será desenvolvida inicialmente em três capitais – Curitiba, Brasília e Porto Alegre.
O “Expressões Oi” tem como curadores Marcelo Dantas (diretor de documentários), José Flávio Júnior (jornalista e crítico musical), William Baglione (administrador de carreiras de artistas), e os irmãos Adriano e Fernando Guimarães (artistas performáticos). O projeto também conta com uma rede de difusores, formada por artistas e personalidades de cada região. A curadoria do projeto é responsável pela seleção de manifestações publicadas no site e os escolhidos fazem suas apresentações ao vivo, no dia do evento, em cada cidade.
Confira as atrações que tomam conta de Curitiba e escolha o roteiro cultural deste domingo (19):
Música
Parque São Lourenço – apresentações das seguintes bandas e músicos:
13h – Ctba
13h30 – Delta Cockers
14h – La Vigüela Rock!
14h30 – Cabes
15h – Caio Marques
15h30 – DJ Morenno
16h – Cassim e a Barbaria
16h30 – Hurakan
17h20 – O Lendário Chucrobillyman e sua Monobanda Orquestra
18h10 – Copacabana Club
Ruínas de São Francisco – apresentações das seguintes bandas e músicos:
13h – Tristessa
13h30 – Lorenza Pozza
14h – Trivolve
14h30 – Madona Bége
15h – Maricel Ioris
15h30 – Vadeco e os Astronautas
16h – Hotel Avenida
16h30 – Giancarlo Rufatto
17h20 – Charme Chulo
18h10 – Ruído/mm
Praça 29 de Março
13h – Terribles
13h30 – Yokofive
14h – Cacofônicos
14h30 – Sebastião Estiva
15h – Mordida
15h30 – Mixtape
16h20h – Heitor e a Banda Gentileza
17h20h – Névilton
Artes Performáticas e Literatura
Parque São Lourenço:
11h – Uma paixão de amor (Mariani Batista)
11h20 – Gato Malhado e a Andorinha Sinhá (Cia. Girolê)
11h50 – As Estranhas Aventuras de Rude Paçoca (Cia. Girolê )
12h20 – Vai Passar (Caetano Pires Tossulino )
12h30 – Adeus Ton (Fabíola Sékula )
12h35 – Lenda do Paraná Naipí Tarobá (Ademar de Jesus Gonçalves)
12h45 – Lenda Gralha Azul (Ademar de Jesus Gonçalves)
12h55 – Monólogo Menestrel (Ademar de Jesus Gonçalves)
13h – O Grande Vampiro (Cia. CTT)
16h – Ópera de Carvão e Flor (Cia. Filhos da Lua)
16h30 – Contos infanto-juvenis (Orlando Righetto)
17h – Resgatando o Imaginário (Cristine Machioro)
17h30 – Uma Relação, Uma História (Lúcia Sartori)
18h – Peça Perdão (Leo Glück), Esquete Sorria meu bem, Sorria (Cia. CTT)
18h25 – Los juegos provechosos (Henrique Saidel ), Esquete Sorria meu bem, Sorria (Cia. CTT), Esquete Sorria meu bem, Sorria (Cia. CTT)
18h50 – Salmo nela (Giorgia Conceição)
Parque Barigui
11h – Teofone e Jurubeba (Cia. Tof)
11h40 – Boi Buradiru (Alessandra Flores)
12h25 – Daphne Garcez
12h30 – João e Maria (Carine Xavier)
12h45 – Era uma vez... (Carine Xavier)
13h – A mala e os Cartões (Odílio Malheiros)
14h – Sorte do Nada (Daniel Santos Koganas)
14h15 – Passar bem (Marcos Beccari )
14h45 – Menina bonita com laço de fita (Fernanda Rombi)
15h – Três Porquinhos (Fernanda Rombi )
15h15 – Parkour (Rafael Santos)
15h20 – Antenor e o Boizinho Voador (João Andira)
16h – Crise a três (Cia. Blefe)
16h30 – Afogando as Mágoas (Cia. Blefe)
17h – O trem da Saudade (Carmen Lu Miranda)
17h20 – Para o mundo que eu quero descer (Jeny Bub)
17h40 – Góral Zywiecki (Grupo Polonês Mazuri)
18h10 – Just Dance (Luan Machado )
18h30 – Dança Urbana Tribal (Bety Damballah)
Instalações de Artes Visuais
Parque São Lourenço (Centro de Criatividade de Curitiba)
Artistas:
Andrea Berriel – flutue, plane, voe
Bebaprafrente – sem título
Cleverson Salvaro – sem título
Fernando Rosenbaun – “deixe estar”
Joana Corona – sem título
Juan Parada – “relevos brancos II”
Luana Navarro – “Material em processo de secagem para posterior remoção”
Nicole Lima – “oi nicole lima”
Tom Lisboa – “mirando”
Graffiti:
Thiago Syen
Bruno Dum Dum
Claudio Dimas
Cisma
Tinho
Autor : Assessoria de Imprensa
Fonte : Fundação Cultural de Curitiba
> publicado em 15/07/2009
O Centro de Criatividade de Curitiba e outros espaços da cidade abrigam, neste domingo (19), a partir das 11h, uma série de eventos culturais do projeto “Expressões Oi”, organizado pela empresa de telefonia Oi. O público poderá compartilhar apresentações ao vivo de música, teatro, dança, literatura, artes visuais e artes plásticas. Além do Centro de Criatividade, os eventos também acontecem no Parque Barigui, Ruínas de São Francisco e Praça 29 de Março.
A programação cultural que movimenta o domingo curitibano resultou das inscrições realizadas pelo site www.expressoes.oi.com.br, que recebeu trabalhos nas modalidades de artes visuais (pintura, escultura, fotografia e vídeo), artes performáticas (teatro, dança e literatura), artes urbanas (grafite e stickers) e música. A iniciativa, que tem por objetivo valorizar os talentos regionais, será desenvolvida inicialmente em três capitais – Curitiba, Brasília e Porto Alegre.
O “Expressões Oi” tem como curadores Marcelo Dantas (diretor de documentários), José Flávio Júnior (jornalista e crítico musical), William Baglione (administrador de carreiras de artistas), e os irmãos Adriano e Fernando Guimarães (artistas performáticos). O projeto também conta com uma rede de difusores, formada por artistas e personalidades de cada região. A curadoria do projeto é responsável pela seleção de manifestações publicadas no site e os escolhidos fazem suas apresentações ao vivo, no dia do evento, em cada cidade.
Confira as atrações que tomam conta de Curitiba e escolha o roteiro cultural deste domingo (19):
Música
Parque São Lourenço – apresentações das seguintes bandas e músicos:
13h – Ctba
13h30 – Delta Cockers
14h – La Vigüela Rock!
14h30 – Cabes
15h – Caio Marques
15h30 – DJ Morenno
16h – Cassim e a Barbaria
16h30 – Hurakan
17h20 – O Lendário Chucrobillyman e sua Monobanda Orquestra
18h10 – Copacabana Club
Ruínas de São Francisco – apresentações das seguintes bandas e músicos:
13h – Tristessa
13h30 – Lorenza Pozza
14h – Trivolve
14h30 – Madona Bége
15h – Maricel Ioris
15h30 – Vadeco e os Astronautas
16h – Hotel Avenida
16h30 – Giancarlo Rufatto
17h20 – Charme Chulo
18h10 – Ruído/mm
Praça 29 de Março
13h – Terribles
13h30 – Yokofive
14h – Cacofônicos
14h30 – Sebastião Estiva
15h – Mordida
15h30 – Mixtape
16h20h – Heitor e a Banda Gentileza
17h20h – Névilton
Artes Performáticas e Literatura
Parque São Lourenço:
11h – Uma paixão de amor (Mariani Batista)
11h20 – Gato Malhado e a Andorinha Sinhá (Cia. Girolê)
11h50 – As Estranhas Aventuras de Rude Paçoca (Cia. Girolê )
12h20 – Vai Passar (Caetano Pires Tossulino )
12h30 – Adeus Ton (Fabíola Sékula )
12h35 – Lenda do Paraná Naipí Tarobá (Ademar de Jesus Gonçalves)
12h45 – Lenda Gralha Azul (Ademar de Jesus Gonçalves)
12h55 – Monólogo Menestrel (Ademar de Jesus Gonçalves)
13h – O Grande Vampiro (Cia. CTT)
16h – Ópera de Carvão e Flor (Cia. Filhos da Lua)
16h30 – Contos infanto-juvenis (Orlando Righetto)
17h – Resgatando o Imaginário (Cristine Machioro)
17h30 – Uma Relação, Uma História (Lúcia Sartori)
18h – Peça Perdão (Leo Glück), Esquete Sorria meu bem, Sorria (Cia. CTT)
18h25 – Los juegos provechosos (Henrique Saidel ), Esquete Sorria meu bem, Sorria (Cia. CTT), Esquete Sorria meu bem, Sorria (Cia. CTT)
18h50 – Salmo nela (Giorgia Conceição)
Parque Barigui
11h – Teofone e Jurubeba (Cia. Tof)
11h40 – Boi Buradiru (Alessandra Flores)
12h25 – Daphne Garcez
12h30 – João e Maria (Carine Xavier)
12h45 – Era uma vez... (Carine Xavier)
13h – A mala e os Cartões (Odílio Malheiros)
14h – Sorte do Nada (Daniel Santos Koganas)
14h15 – Passar bem (Marcos Beccari )
14h45 – Menina bonita com laço de fita (Fernanda Rombi)
15h – Três Porquinhos (Fernanda Rombi )
15h15 – Parkour (Rafael Santos)
15h20 – Antenor e o Boizinho Voador (João Andira)
16h – Crise a três (Cia. Blefe)
16h30 – Afogando as Mágoas (Cia. Blefe)
17h – O trem da Saudade (Carmen Lu Miranda)
17h20 – Para o mundo que eu quero descer (Jeny Bub)
17h40 – Góral Zywiecki (Grupo Polonês Mazuri)
18h10 – Just Dance (Luan Machado )
18h30 – Dança Urbana Tribal (Bety Damballah)
Instalações de Artes Visuais
Parque São Lourenço (Centro de Criatividade de Curitiba)
Artistas:
Andrea Berriel – flutue, plane, voe
Bebaprafrente – sem título
Cleverson Salvaro – sem título
Fernando Rosenbaun – “deixe estar”
Joana Corona – sem título
Juan Parada – “relevos brancos II”
Luana Navarro – “Material em processo de secagem para posterior remoção”
Nicole Lima – “oi nicole lima”
Tom Lisboa – “mirando”
Graffiti:
Thiago Syen
Bruno Dum Dum
Claudio Dimas
Cisma
Tinho
Autor : Assessoria de Imprensa
Fonte : Fundação Cultural de Curitiba
Quarta-feira, Julho 15, 2009
parintins, timtim por timtim...

apesar desse título, ainda não estou em condições de elaborar o que foi a experiência (positiva e negativa) de ser jurada do festival em parintins. (a quem interessar... esse festival amazonense é do famoso "boi bumbá", especificamente o caprichoso e o garantido. A priori só uns flashes, tá? Algumas fotos e alguns tópicos tropicais:
- A água do rio amazonas é mais densa e sim, a sensação é que vc está olhando para o mar.
- O brasil não conhece o brasil. mas agora eu já fui pro norte. ouiés como diria o solda.
- Pra gente cores são coisas simples, que a gente aprende no jardim de infância. Para eles é uma questão pessoal, política e de um fanatismo impressionante.
- Fiquei confinada em uma casa (sim sim igual bbb) com todos os jurados e fiscais (um de cada boi oficialmente e mais todosos funcionários estra oficiais)
- Dormir em barco, mesmo atracado, não é comigo.
- Não vi macaco na rua nem onça pintada. aliás parodiando "adeus pantanal" VI QUASE NADA.
- Voltando a festa. O carnaval do rio de janeiro é APRENDIZ. Em tudo. Me nego a especificar.
- Ser jurada não é nada legal não. É algo que não sei se quero repetir tão cedo. Te tratam bem, a comida é boa, eu sei... mas a bruxa do joão e maria encheu eles de docinhos lembram? então.
- O fato de você afastar um bebum que tá gritando em um dia e que vc está de TPM pode tomar proporções INIMAGINÁVEIS.
- Quem ganhou pouco importa. Importa o Brasil saber que é o maior espetáculo da terra, de uma "globalização folclórica" incrível, transformada pela mídia, pelos patrocinadores (cocacola tá bom pra vc?) e que é a roda motriz de todos os amazonenses.
- Imagens valem mais que palavras.
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