Esqueci meus ímpetos de fúria por limite de território quando estou num show lotado em que todos querem pular. Num show quem quer passar empurra a baixinha, os cabeçudos entram na frente e tem vezes que a delimitação vai na base de cotoveladas e pisões no pé bem "sem querer".
Mas é um pouco isso. Sou felina pra caramba, braba, mãezona, orgulhosa, preguiçosa e desconfiada! Mas isso fica pra uma outra postagem.
Show da Nação Zumbi sexta. Infinitamente bom. É como ver show do Tom Jobim. Não é só um show. É ver os carasa que mudaram a música brasileira. Graças a ele e ao Chico que Gonzaga não é mais brega. As estruturas musicais pós-Chico ficaram bem mais óbvios, mais pop e mais rocka ao mesmo tempo. Mas não deixo de pular do primeiro minuto até o "valeu Curitiba".
Sábado de manhã, parque barigui. Ai que preguiiiiiça. Ontem deu pra arrumar a casa (juro que isso é UM ACONTECIMENTO, ainda mais pra quem tem um bebê em casa), e pra receber as pessoas! Dani Natan, cantora de jazz maravilhosa que acabou de se mudar pra Curitiba, Jorge Falcon, Eduardo Patrício (companheiros nesse sofrimento alegre do mestrado), amigos MUITO queridos e meu orientador (Daniel Quaranta) também!
Papo vai, papo vem, fomos até 5 da manhã.
Estou quebrada, mas nem posso, já tenho que compor uma peça pra essa semana.
Um comentário:
Pra mim valeu cada minuto dessa noitada maravilhosa! Obrigada por me receber desse jeito! todos os beijos
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